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Freixo critica possível compra de vacinas pela rede privada: ‘privilégio’

Deputados liberais como Paulo Ganime e Alexandre Freitas criticaram concepção do parlamentar socialista que rede privada estaria 'furando fila' caso concretizasse fornecimento de vacinas em paralelo ao SUS
Deputado federal Marcelo Freixo discursa na Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

O interesse divulgado nos últimos dias de clínicas privadas brasileiras adquirirem, por própria conta, milhões de doses de vacina contra Covid-19 no exterior não agradou o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL/RJ). [1][1B]

Em publicação no Twitter no último domingo (3), o parlamentar afirmou que “não permitiremos que a imunização seja tratada como privilégio” e que ela é “direito para todos”.

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“Tem que seguir critérios do SUS e ser feita gratuitamente, priorizando grupos de risco, não quem tem dinheiro para furar fila”, reclamou.

Outros influenciadores também criticaram a notícia, como o jornalista André Trigueiro, da TV Globo.

Na avaliação do profissional, a iniciativa seria como “salvar apenas os náufragos que podem pagar pela boia” e seria um “tiro no pé num dos países mais desiguais do mundo”. [2]

Reações

O deputado federal Paulo Ganime (NOVO/RJ), em comentário no Twitter, ressaltou que a vacinação para a rede privada não pode ser encarada como “furar fila”.

“Se vai vir de uma fonte diferente, não é furar fila, é criar uma fila nova que vai desafogar a fila principal”, ponderou na rede social. [3]

Quem também se manifestou foi o deputado estadual Alexandre Freitas (NOVO/RJ). “Freixo acha que qualquer pessoa com 200 reais não merece ser vacinada antes daqueles que cometeram crimes”, ironizou. [4]

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