fbpx
PUBLICIDADE


Deputada do PCdoB é criticada após apoiar anistia para igrejas

Os únicos partidos que orientaram voto contrário à emenda foram, no campo da direita, o NOVO e, no campo progressista, o PSOL; Jandira Feghali justificou voto pela “orientação do PCdoB”

- Publicado no dia
Foto: Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB/RJ) tem sido criticada por eleitores e apoiadores à esquerda por ter votado favorável a uma emenda que incluiu em um projeto de lei a possibilidade de anistia a dívidas tributárias de igrejas.

O texto foi incluído por um parlamentar da bancada evangélica em um projeto que, originalmente, tratava apenas sobre pagamentos de precatórios. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, o montante que poderia ser perdoado pode somar R$ 1 bilhão, pois anula autuações feitas pela Receita Federal pela falta de pagamento do CSLL  [1][2]


PUBLICIDADE



Em uma publicação nas redes, a parlamentar comunista afirma que “esta matéria jamais seria” de sua “iniciativa”, pois tem “posição contrária”. Mas “independente” de sua opinião, votou favorável “de acordo com a orientação” da bancada da sigla, o que seria “de praxe nas decisões finais do PCdoB no Parlamento”. [3]

Foto: Divulgação

Justificativa do PCdoB

Posteriormente, a parlamentar publicou uma nota assinada pela líder da bancada, a deputada federal Perpétua Almeida, que tentou explicar aos eleitores a razão do apoio à emenda.

Entre outros argumentos, a líder dos comunistas afirma que a orientação foi favorável pois a Constituição determina a não cobrança de qualquer imposto sobre templos e que “o texto aprovado não trata da tributação ou de perdão de dívidas de pessoas físicas relacionadas a essas igrejas. [4]

“Para o PCdoB, a ação fiscal do Estado deve estar dirigida ao combate à fraude e ser direcionada prioritariamente aos grandes sonegadores, às pessoas físicas detentoras de grande patrimônio e não mirar ações sociais realizadas por instituições religiosas”, pontuou a nota.

Eleitores, contudo, mesmo à esquerda, seguiram-se críticos ao partido e ao posicionamento. “Nada justifica. A liberdade religiosa não depende de isenção de impostos”, disse um internauta. Outro pontuou que a proposta significa “passar pano para erros e a exploração do povo”.  [5][6]

Os únicos partidos que orientaram voto contrário à emenda foram, no campo da direita, o NOVO e, no campo progressista, o PSOL. [7]

+ ÚLTIMAS VAGAS: Curso de Introdução de Liberalismo abre vagas para a primeira turma por tempo limitado

★ ★ ★

Se você acompanha e aprecia o trabalho jornalístico do Boletim da Liberdade, e valoriza a importância de existir um veículo profissional com viés liberal, pedimos que:

➡ Considere fazer uma assinatura solidária ao Boletim. Com uma contribuição mensal, você ajuda que o site continue no ar e possibilita o nosso crescimento. Além disso, recebe benefícios exclusivos. Temos vários projetos na mesa que só serão viabilizados com maior quantidade de assinantes. Saiba mais e assine agora mesmo.

➡ Siga nossas redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram), inscreva-se em nossa newsletter gratuita semanal e entre em nosso grupo do WhatsApp para recebimento de conteúdos. Curta nossas publicações, compartilhe-as para seus amigos e fale do site para conhecidos e familiares liberais. Toda ajuda faz diferença.

Curta nossa página no Facebook

Notícias no WhatsApp
O Boletim da Liberdade abriu mais um grupo no WhatsApp para recebimento de conteúdos especiais. Mas entre logo: é por tempo limitado. Participe apenas caso tenha interesse em notícias sobre política e economia com um viés liberal. Clique aqui para entrar.
Siga-nos no Twitter

Comentários


Receba nosso conteúdo por e-mail



PUBLICIDADE
Leia também
error: Não é permitida a reprodução do conteúdo sem prévia autorização.