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Salim Mattar diz que afastamento de Dallagnol iniciaria ‘desmonte da Lava Jato’

Procurador será julgado pelo Conselho Nacional do Ministério Público nesta terça-feira (18); empresário teme que seu afastamento seja início do fim da operação
Deltan Dallagnol (Foto: Reprodução/Metro)
Deltan Dallagnol (Foto: Reprodução/Metro)
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Recém-saído da Secretaria de Desestatização do Ministério da Economia, o empresário Salim Mattar mostrou neste domingo (16) que permanece atento ao cenário do país. Ele fez questão de expressar no Twitter sua preocupação com as especulações acerca de um possível afastamento do procurador Deltan Dallagnol da força-tarefa da Lava Jato.

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“Retrocesso institucional. O possível afastamento de Deltan Dallagnol da coordenação da força-tarefa da Lava-jato em Curitiba é o início do desmonte da operação. Com o possível envolvimento de altas figuras da república, o establishment se posiciona contra a Lava Jato”, afirmou o dono da Localiza, sem apontar nomes de supostos envolvidos.

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O procurador Deltan Dallagnol já foi alvo de cerca de 50 reclamações disciplinares, geralmente de investigados e réus, todas rejeitadas até aqui. O Conselho Nacional do Ministério Público julgará, na terça-feira (18), três casos envolvendo o procurador. Segundo O Antagonista, haveria pelo menos seis votos a favor de seu afastamento entre as 11 cadeiras preenchidas do Conselho. [1]

Duas das reclamações contra Dallagnol que serão investigadas são do ex-presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (MDB-AL). Ele se queixa de manifestações de Dallagnol nas redes sociais defendendo o voto aberto para a presidência do Senado e criticou a eleição de Calheiros como “prejudicial para a pauta anticorrupção”.

Dallagnol também sofre pedido de remoção por Kátia Abreu sob a alegação de que suas palestras são ilegais (o que o Conselho já rejeitou), o acordo de R$ 2 bilhões com a Petrobra que já foi realocado pelo Supremo e as demais queixas de investigados e réus contra o procurador.

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