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Executivo cria regras para estimular ‘home office’ no funcionalismo

Trabalho remoto ou teletrabalho nos meses de isolamento social deu indicativos positivos do que tange à produtividade e economia de recursos; agora, servidores temporários ou de confiança poderão aderir
Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

A experiência de teletrabalho, ou home office, entre servidores do governo federal ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (30) com a divulgação das novas regras que valerão no pós-pandemia. Agora, haverá maior flexibilidade para que as diversas equipes atuem no modelo à distância. [1]

Até então, o trabalho era permitido, segundo informações trazidas pela Agência Brasil, “apenas na forma de projetos piloto”. Contudo, devido à pandemia do novo coronavírus, 360 mil servidores foram para o trabalho remoto, o que seria o equivalente a 62% do funcionalismo do Executivo Federal.

De acordo com o divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo, o trabalho remoto nos meses de isolamento social deu indicativos positivos do que tange à produtividade e economia de recursos – se o modelo fosse mantido por 12 meses, poderia representar uma economia de R$ 440 milhões aos cofres públicos. [2]





Dentre as novas regras oficializadas, estão a permissão que todos os servidores, incluindo temporários e de confiança, entrem no modelo remoto.

Além disso, secretários de cada ministério ficarão “responsáveis por estabelecer os procedimentos gerais, divulgar critérios de adesão, promover a seleção dos participantes e conduzir o monitoramento da execução dos planos de trabalho”.





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