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Bolsonaro: ‘Não posso assistir calado enquanto direitos são violados’

Em longo texto divulgado nas redes sociais, o presidente ressaltou que tem defendido a Constituição e a democracia e sugeriu que ações deflagradas pela justiça podem ter motivação ideológica contra conservadores

- Publicado no dia
Bolsonaro conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada (Foto: Reprodução/YouTube)

O presidente Jair Bolsonaro se posicionou no fim da noite desta terça-feira (16) sobre pedidos de prisão, mandados de busca e apreensão e de quebra de sigilo bancário contra apoiadores e parlamentares de seu governo. Sem citar nominalmente as ações, escreveu em nota que não pode “assistir calado enquanto direitos são violados e ideias são perseguidas”.

No texto, composto por 10 tópicos, o presidente escreveu que o seu governo “prova que sempre esteve ao lado da democracia e da Constituição” e que, até agora, não houve “nenhuma medida que demonstre qualquer tipo de apreço nosso ao autoritarismo, muito pelo contrário”.


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Na sequência, Bolsonaro relembrou as circunstâncias de sua vitória e ponderou que “o que os adversários apontam como autoritarismo do governo e de seus apoiadores não passam de posicionamentos alinhados aos valores do nosso povo, que é, em sua grande maioria, conservador”.

“A tentativa de excluir esse pensamento do debate público é que, de fato, é autoritária”, diz a nota, sugerindo que as ações da Justiça deflagradas nas últimas semanas contra sua base podem ter uma motivação ideológica.

Ao fim, Bolsonaro pontuou que “os abusos presenciados por todos nas últimas semanas foram recebidos pelo governo com a mesma cautela de sempre, cobrando, com o simples poder da palavra, o respeito e a harmonia entre os poderes” e que “queremos, acima de tudo, preservar a nossa democracia”.

“Fingir naturalidade diante de tudo que está acontecendo só contribuiria para a sua completa destruição. Nada é mais autoritário do que atentar contra a liberdade de seu próprio povo. Só pode haver democracia onde o povo é respeitado, onde os governados escolhem quem irá governá-los e onde as liberdades fundamentais são protegidas. É o povo que legitima as instituições, e não o contrário”, pontuou.

Ao fim, o presidente prometeu tomar “todas as medidas legais possíveis para proteger a Constituição e a liberdade dos brasileiros”.

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