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Líder do MBL admite ação do movimento e diz: ‘vamos infernizar o presidente’

Em frente ao Palácio da Alvorada, youtuber Cris Bernart, que trabalha com o vereador Fernando Holiday, de São Paulo, surpreendeu presidente ao criticá-lo sobre o número de vítimas da Covid-19

- Publicado no dia
Renan Santos, principal estrategista do movimento, admitiu que MBL esteve por trás da ação em Brasília (Foto: Reprodução/YouTube)

O vereador Fernando Holiday (Patriota) foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais nesta quarta-feira (10) após ter sido confirmado que foi sua assessora, a atriz e youtuber Cris Bernart, quem protestou contra o presidente Jair Bolsonaro no cercadinho do Palácio da Alvorada, em Brasília. A ação foi repercutida pelos principais veículos de imprensa do país. [1]


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Em vídeo divulgado nesta tarde, Holiday criticou o presidente, que teria “agido como covarde” após ouvir as críticas da youtuber, e ressaltou que o salário de Bernart fora descontado da Câmara Municipal de São Paulo, onde deveria dar expediente. Ofício com essa solicitação assinada pelo parlamentar à mesa-diretora da Câmara com data da última terça-feira (9) também foi compartilhado.

Renan Santos, líder e principal estrategista do MBL, admitiu que o ato foi planejado pelo grupo. “Foi nossa primeira surpresa do dia pro Jair”, disse. [2]

Posteriormente, Santos opinou que a influenciadora “lavou a alma de milhões de eleitores de Bolsonaro que se sentem traídos por esse canalha mentiroso” e afirmou que “o jogo está só começando” e que o foco, agora, é “infernizar o presidente”. [3][4]

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução/Facebook

Críticas

Deputados ligados ao presidente Jair Bolsonaro, contudo, criticaram a medida. O deputado federal Carlos Jordy (PSL/RJ), destacando um dos comentários de Renan, afirmou que “essa nova esquerda é muito fraquinha”. [4]

Entre os liberais, uma das principais críticas à ação veio do economista Rodrigo Constantino, presidente do conselho deliberativo do Instituto Liberal.

“O presidente, imagino, nem vai dormir de tanto medo do MBL. A cena patética serviu só para desmoralizar de vez um movimento que já foi sério e liberal”, reclamou. [5]

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