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Ícone libertário, Paulo Kogos diz que está ‘fechado com o mito’

Ativista afirmou que decisão é 'estratégica' e criticou aqueles que, nesse momento, atacam o presidente e quem o apoiam: no momento, "ele é a melhor chance que temos para preservar e manter nossa liberdade"
Foto: Reprodução/YouTube
Foto: Reprodução/YouTube
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O ativista libertário Paulo Kogos, um dos mais conhecidos libertários do Brasil, voltou a afirmar nesta segunda-feira (25) que apoia o presidente Jair Bolsonaro. Defendendo atuar de forma estratégica, Kogos declarou que é preciso “atacar quem merece ser atacado” e que Bolsonaro é “a melhor chance que temos para preservar e manter nossa liberdade”.

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“Estou fazendo esse vídeo para explicar o porque estou fechado com o mito, com o Jair Messias Bolsonaro, apesar de ser um libertário anarcocapitalista. A resposta é: justamente por isso que estou fechado com ele, por ser um libertário anarcocapitalista e prezar a liberdade antes do orgulho, antes do fanatismo, antes das ideologias”, disse Kogos, em live no YouTube.

Nos últimos dias, o libertário também já havia manifestado simpatia com o presidente, criticado governadores pelas políticas de isolamento social e chegou até mesmo a gravar uma entrevista com Allan dos Santos, do site “Terça Livre”, conhecido pelo apoio a Bolsonaro.

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“Existem muitos libertários que estão me atacando. Perdendo tempo e energia me atacando, atacando um libertário, em vez de atacar o bosta e o estrume, mais conhecidos como Dória e Witzel. Vocês acham isso razoável? Eles se dizem razoáveis. O mundo inteiro está sendo engolfado pela ditadura do Partido Comunista Chinês e ainda tem gente querendo pagar de razoavelzinha e criticar Bolsonaro porque ele falou o palavrão”, disse.

Kogos lembrou, ainda, que “já atacou o Bolsonaro muitas vezes no passado” e que voltaria a criticá-lo, no futuro. “Mas nós temos que ter estratégia”, disse.

“Talvez você tenha desavenças, críticas até fundamentadas contra o Bolsonaro. Mas isso é hora de dar alguma atenção para isso? O Bolsonaro é uma peça fundamental no combate [aos nossos inimigos]. É claro que, no livre mercado, teríamos muitas ferramentas institucionais, sociais, culturais para combater a ditadura chinesa do que nós temos no estatismo. Mas, cadê o ancapistão? Eu defendo uma sociedade livre, sem Estado, mas o que temos hoje é a realidade. E a realidade é que existe uma Presidência da República que, graças a Deus, é ocupada hoje pelo Jair Messias Bolsonaro e ele é, portanto, a melhor chance que temos para preservar e manter nossa liberdade”, disse.

A suposta estratégia chinesa

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Kogos também desabafou sobre o que considera que está por trás da crise: uma estratégia do líder chinês, Xi Jinping, para combater o ocidente.

“Lembremos de uma coisa que Sun Tzu nos ensinou. É preciso atacar a estratégia do inimigo. A estratégia da China, a estratégia do Xi Jinping, é o controle das cadeias de suprimento no ocidente. Ele pretende esfacelar o capital acumulado, as instituições de liberdade econômica, para tomar conta de toda essa cadeia de suprimentos, principalmente as que são estratégicas, e usar como arma em sua doutrina de guerra irrestrita contra o ocidente”, sustentou.

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