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Advogado do MBL quer anular nomeação de novo diretor-geral da Polícia Federal

Rubinho Nunes, lotado no gabinete de Kim Kataguiri (DEM/SP), afirma com base nas acusações do ex-ministro Sérgio Moro de que Bolsonaro atua para intervir politicamente na Polícia Federal

- Publicado no dia
Advogado do MBL, Rubinho Nunes, discursando em São Paulo (Foto: Reprodução / Facebook)

Um dia após protocolizar um pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro, o Movimento Brasil Livre, por meio do advogado Rubens Nunes, acionou a Justiça nesta terça-feira (28) para impedir a nomeação de Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal.

Na ação popular com pedido de tutela de urgência, o advogado afirma que “a nomeação do Sr. Alexandre Ramagem Rodrigues para o cargo de Diretor da Polícia Federal atenta mortalmente contra a moralidade administrativa, a probidade, as instituições democráticas, a Pátria e contra o povo desta nação”. [1]


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A petição se baseia nas acusações do ex-ministro Sérgio Moro de que o presidente o pressionava visando estabelecer “interferência política” para “colher informações” da PF.

A troca do diretor da PF visaria, para Rubens, também conhecido como Rubinho Nunes, benefícios pessoais e atentaria, portanto, a princípios da administração pública como a impessoalidade e a moralidaide.

“É certo que a nomeação de Diretor da Polícia Federal para que este sirva à interesses espúrios do Requerido e, possa interferir diretamente em investigações em curso onde figuram como investigados seus familiares, consiste em notória afronta aos princípios de Direito Administrativo”, diz a peça, que pede a supensão imediata “dos efeitos do ato de nomeação do Sr. Alexandre Ramagem”.

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