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Doria é um ‘neonazista no tocante ao desprezo pelas liberdades civis’, diz Kogos

Libertário mais famoso do Brasil, Paulo Kogos foi um dos principais ativistas que foram às ruas no último domingo (12) para criticar as medidas de isolamento tomadas pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB)
Foto: Reprodução

Anarocapitalista mais famoso do Brasil, o empresário e economista Paulo Kogos teceu duras críticas ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em entrevista ao site da revista Veja publicado nesta segunda-feira (13). [1]

Mesmo admitindo a gravidade da pandemia do novo coronavírus e que “precauções devem ser tomadas”, Kogos afirmou que “o monitoramento da população por geolocalização e a tentativa de multar quem sai de casa mostra que ele é um neonazista no tocante ao totalitarismo e ao desprezo pelas liberdades civis”.

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“A coisa que mais me irritou nisso tudo foi proibir as missas. Nunca antes na história da humanidade isso tinha acontecido, nem mesmo nas perseguições do Imperador Nero ou Diocleciano. João Doria é um inimigo dos cristãos”, afirmou o libertário, que criticou ainda o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, por não falar “dos benefícios” da cloroquina.

Em seu canal no YouTube, onde tem feito publicações constantes, Kogos também afirmou que, ao ir na manifestação, se arrisca “pra defender o direito à liberdade de quem mora num apartamento pequeno e depende da rua pra se sustentar”.

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