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Hidroxicloroquina: Beltrão segue com crítica à resistência de Mandetta

Presidente de um dos principais think tanks liberais do país, Helio Beltrão afirmou que ministro busca se isentar de responsabilidade e pode ter as 'mãos sujas de sangue' por retardar uso para casos leves
Hélio Beltrão (Foto: Reprodução / ClickRBS)
Hélio Beltrão (Foto: Reprodução / ClickRBS)

Presidente do Instituto Mises Brasil, um dos principais think tanks liberais do país, Helio Beltrão continua com críticas frequentes ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A principal delas se deve à resistência do ministro de recomendar o uso da hidroxicloroquina para tratar a Covid-19.

“Enquanto brasileiros morrem, Mandetta descartou alterar o atual protocolo (casos graves apenas) até o dia 20! A hidroxicloroquina não funciona para casos graves! Mãos sujas de sangue!”, criticou o engenheiro de formação em seu perfil no Twitter nesta quarta-feira (8). [1]

Helio também disse que o ministro buscou se isentar de responsabilidade ao “determinar que o Conselho Federal de Medicina é que vai determinar no futuro” a aplicação do medicamento.

Foto: Reprodução

“[Ele] disse que a hidroxicloroquina vai causar infarto e levar as pessoas pra UTI. Meu Deus! Pessoas saudáveis no mundo todo tomam a HCQ preventivamente contra malária. O que está havendo no Brasil, pessoal?”, reclamou.





Como se sabe, Beltrão foi um dos primeiros nomes no Brasil a divulgar e difundir estudos e relatos de que o medicamento teria potencial para ser usado contra a proliferação do coronavírus. Apesar do otimismo, críticos ao medicamento dizem que ainda faltam estudos científicos que comprovem sua eficácia.

Procurado pelo Boletim da Liberdade para tratar do assunto, Beltrão não se manifestou.

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