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Instituto Mises Brasil publica nota após ataques de jornalista a Helio Beltrão

O presidente da instituição foi acusado de “traficar” medicamentos, mas em seu post ele subordinou o envio dos remédios à recomendação médica

- Publicado no dia
Helio Beltrão (Foto: Reprodução / Correio Braziliense)

O Instituto Mises Brasil se manifestou em nota oficial nesta sexta-feira (3) em defesa de seu presidente Helio Beltrão. O motivo foi o ataque da jornalista Vera Magalhães a ele, pedindo que a Folha de S. Paulo o banisse do seu time de colunistas por divulgação de medicamento contra as recomendações da Organização Mundial de Saúde.

Tudo começou quando Beltrão publicou mais um de seus comentários difundindo informações sobre o uso da hidroxicloroquina no tratamento dos casos de coronavírus. Ele se disponibilizou através de suas redes sociais para ser coordenador de uma “rede informal para fazer chegar o remédio onde não houver”, caso um médico decida administrar a medicação e não a encontre.

Vera Magalhães reagiu à publicação, alegando que a Folha “não pode manter em seus quadros um colunista que faz algo desaconselhado pela OMS, pelo Ministério da Saúde e até pela Anvisa”. Além disso, a jornalista apelou para que o Ministério Público tomasse uma providência contra Beltrão. A economista Elena Landau, ligada ao Livres, reforçou o apelo de Vera Magalhães contra Beltrão.


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A nota do Instituto Mises Brasil afirma que as acusações de que Helio Beltrão estaria traficando medicamentos pelas redes sociais não procedem. “O Sr. Helio Beltrão, ao contrário das alegações descabidas, tem se empenhado, em suas contas pessoais, a disseminar informações científicas e referenciadas sobre o medicamento Hidroxicloroquina, que apresenta potencial como um tratamento possível para a Covid-19”, diz o IMB. [1]

A nota pontua ainda que “seu objetivo claramente expresso em suas postagens é ajudar a salvar vidas, e não o de pregar automedicação ou qualquer prática contrária à lei. Formou-se uma “Corrente do Bem”, em que pessoas buscaram a informação, conversaram com seus médicos e têm relatados casos que corroboram os resultados iniciais divulgados por diversos médicos e instituições mundo afora”.

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