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Deputados bolsonaristas defendem manifestações de apoio ao presidente

Os parlamentares se pronunciaram nas redes sociais justificando as manifestações e defendendo seu caráter democrático; o vice-presidente Hamilton Mourão também comentou

- Publicado no dia
Manifestação pró-governo no dia 26 de março do ano passado (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

As manifestações marcadas para o dia 15 de março vêm dividindo opiniões e sendo acusadas de flertar com o golpismo por pressionarem o Legislativo e apoiarem o presidente da República. Embora os integrantes do governo evitem apoios ostensivos, parlamentares da base se expressaram nesta quarta-feira (26) a favor dos atos.

A deputada federal Alê Silva (PSL-MG) foi um dos nomes que se pronunciaram – em seu caso, respondendo diretamente a um tweet do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que disse que “criar tensão institucional não ajuda o País a evoluir” e que as autoridades precisam “dar o exemplo de respeito às instituições”. Alê respondeu que “não há autoridade maior do que a voz do povo” e que os atos serão pacíficos “e em defesa de um governo eleito democraticamente”.

Já o deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) alegou em suas redes sociais que “o ato não é contra o Congresso Nacional, é em apoio ao Presidente Bolsonaro e contra os boicotadores do Brasil”. A deputada federal Major Fabiana (PSL-RJ) foi na mesma linha, mas ainda criticou a atuação de “parte da imprensa” que, segundo ela, estaria deformando a verdadeira natureza das manifestações para “emplacar uma narrativa”. [1]


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A deputada garantiu que, ao contrário, o povo pedirá que a “independência entre os poderes e, especialmente, seus limites constitucionais” sejam assegurados. Ao mesmo tempo, asseverou que “as instituições de nossa democracia presidencialista seguem fortes. E assim permanecerão, sob o olhar vigilante de nosso povo que se manifestará sempre que houver qualquer tentativa de subversão dos direitos e deveres de seus representantes”.

Bia Kicis (Sem partido-DF), parlamentar conhecida por sua atuação no Youtube e seu ativismo a favor do voto impresso, também opinou. Ela disse que as manifestações precisam ser grandes porque os inimigos “estão se unindo contra o nosso Presidente”: “As críticas vêm da mídia, de políticos, de ministros, membros do MP, todos que não representam a maioria dos 57 milhões de brasileiros que apoiam Jair Bolsonaro”, ela disse no Twitter.

Embora os integrantes do governo estejam agindo com discrição, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, publicou que não autorizou o uso da sua imagem como apoiador das manifestações. Porém, pontuou, “protestos fazem parte da democracia que não precisa de pescadores de águas turvas para defendê-la. O presidente Jair Bolsonaro não atacou as instituições, que estão funcionando normalmente”.

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