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Grupo de deputados e senadores pede ao STF saída de ministro da Educação

Dentre os argumentos, estão "favorecimento de apoiadores do governo" e "ofensas às mães de diferentes cidadãos"; deputado Tiago Mitraud (NOVO/MG), membro da Comissão de Educação, não subscreveu
Abraham Weintraub (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Um grupo de 17 deputados federais2 senadores solicitou ao Supremo Tribunal Federal na noite desta quarta-feira (6) que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, seja destituído do cargo.

No texto, informa o jornal O Globo, os parlamentares afirmam que há “ausência de políticas de alfabetização; falhas do Enem; favorecimento de apoiadores do governo; ofensas às mães de diferentes cidadãos; e omissão quanto ao uso de R$ 1 bilhão resgatado pela [Operação] Lava Jato”. [1]

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Dentre os deputados federais que estão subscrevendo o pedido, estão a deputada Tabata Amaral (PDT/SP), Filipe Rigoni (PSB/ES),  Marcelo Calero (Cidadania/RJ), Alexandre Frota (PSDB/SP) e Perpétua Almeida (PC do B/AC). Apenas os senadores Alessandro Vieira (Cidadania/RS) e Fabiano Contarato (Rede/ES) assinaram a lista.

Procurado pelo Boletim da Liberdade para externalizar sua opinião sobre o pedido e a razão de não ter subscrito a ação, dado que é membro titular da Comissão de Educação e crítico ao ministro, o deputado federal Tiago Mitraud (NOVO/MG) afirmou acreditar que “a solução tem que ser política, não jurídica”.

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