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Heleno: desconfiança a Bolsonaro pode levar país de volta à esquerda

Comentário veio após o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) reclamar dos críticos ao presidente e afirmar que Bolsonaro "conheceu o sistema por dentro e se preparou para derrotá-lo, sozinho"
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, alertou nas redes sociais nesta quinta-feira (23) que a alternativa à confiança no presidente Jair Bolsonaro, a quem referiu-se como “capitão”, pode ser a “devolução” do Brasil à esquerda, em 2023.

O comentário surgiu após Heleno esclarecer que a possível recriação do Ministério da Segurança Pública, tornando-o independente do Ministério da Justiça, foi uma sugestão da “maioria dos secretários estaduais [do tema]” e que o presidente “em nenhum momento disse apoiar tal iniciativa”. Analistas enxergam que a medida poderia enfraquecer o poder de Sérgio Moro em Brasília.

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Mesmo destacando que nenhum posicionamento havia sido tomado, o ministro afirmou, de forma enigmática e sem citar nomes, que “alguns não entendem que o presidente é o capitão do time” e que foi que ele “escalou seus 22 ministros”.

“As decisões são tomadas ouvindo os ministros, mas cabe a ele, como comandante, dar a palavra final, mesmo que isso contrarie alguns dos seus assessores ou eleitores”, destacou.

Na sequência, afirmou que Bolsonaro “durante 28 anos, na Câmara, conheceu o sistema por dentro e se preparou para derrotá-lo, sozinho” e que as críticas que hoje ocorrem relembram o episódio em que o Coaf foi transferido para o Banco Central. Nesta quinta-feira (23), o órgão que substituiu o Coaf anunciou regras ainda mais duras para a fiscalização de políticos.

“Ou vocês confiam no Capitão Jair Bolsonaro, que teve visão e coragem para, sem recursos, enfrentar o Sistema e nos dar esperança de mudar, ou continuarão atacando-o e devolverão o Brasil à esquerda, em 2023. A Argentina está aí para provar que estou certo”, concluiu.

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