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Coordenador do MBL diz que há ‘semente do mal’ no governo Bolsonaro

De acordo com Renan Santos, existe um “mal grande” dentro do governo Bolsonaro que pode funcionar como semente para ideologias totalitárias

- Publicado no dia
Renan Santos (Foto: Reprodução/YouTube)

O vídeo do agora ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro, Roberto Alvim, em que ele parafraseia um discurso do ministro da Propaganda nazista, Joseph Goebbels, seguiu provocando repercussões. O coordenador do Movimento Brasil Livre, Renan Santos, se manifestou pelo canal oficial do movimento nesta sexta-feira (17) alegando que o vídeo foi apenas uma demonstração da “semente do mal” que existe dentro do governo.

Segundo Renan, formando um grupo político “constituído basicamente de pessoas ressentidas e que veem na política a salvação para os seus próprios ressentimentos” e “para a maldade que eles contém dentro de si”, o presidente Jair Bolsonaro cria um ambiente propício à sua “glorificação enquanto líder e a uma politização da vida extrema”, própria de “todo regime totalitário”. Para ele, há no bolsonarismo a mesma “semente do mal” presente no lulopetismo.

Em sua percepção, Alvim é apenas um detalhe superficial, porque o problema “é o pensamento do Olavo de Carvalho“, que tem “um ministro da educação basicamente ressentido, o (Abraham) Weintraub, pronto para ficar arrumando brigas, para defender também um projeto cultural de renovação da cultura”, uma “visão de política tocada pelo Carluxo (referência a Carlos Bolsonaro) e por um maluco, maníaco como aquele Filipe G. Martins (assessor especial de temas internacionais da presidência)”.

Renan sintetizou que essa é a “mentalidade corrente no governo”, o que teria sido minimizado por significativa parcela dos seus militantes e influenciadores. “Não é o governo Bolsonaro um governo nazista. Isso é besteira. O governo Bolsonaro é um governo com a semente de um mal grande que fundamenta todo tipo de ideologia nefasta: do socialismo, do nazismo, do comunismo, de qualquer sorte de totalitarismo”, ele sentenciou. Confira a íntegra:


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