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Esquerda volta ao poder na Argentina: Fernández e Kirchner são eleitos

Mauricio Macri reconheceu derrota em transmissão ao vivo nas redes sociais e agradeceu aos apoiadores pela campanha; governo Macri surgiu cheio de expectativas, mas não obteve resultados econômicos

- Publicado no dia
Alberto Fernández aparece ao lado de cartazes Lula Livre em visita ao ex-presidente brasileiro em agosto (Foto: Alberto Fernández/Reuters)

Agora é oficial: a esquerda voltou ao poder na Argentina. Após o fracasso do governo de Mauricio Macri e a dura derrota sofrida nas prévias, o prognóstico se confirmou e Alberto Fernández (presidente) e Cristina Kirchner (vice-presidente) foram eleitos neste domingo (27) na Argentina. [1]

Até o momento desta matéria, mais de 90% dos votos tinham sido apurados e a chapa vitoriosa tinha 47,66% dos votos. Macri, por sua vez, constava com 40,88% da votação. Nas eleições argentinas, é possível vencer em primeiro turno se o primeiro colocado tem mais de 45% dos votos. [2]


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Em transmissão ao vivo nas redes sociais, Mauricio Macri agradeceu o apoio dos eleitores e reconheceu a derrota. “Apesar das dificuldades e sabendo da necessidade de fazermos as mudanças, só tenho a agradecer. Muito obrigado. Seguiremos trabalhando juntos com os argentinos. Faremos uma oposição serena e responsável, que possa reafirmar as conquistas feitas nos últimos anos, como também garantir a estabilidade que necessitamos”, disse.

Novo presidente faz reverência a Lula

Ainda neste domingo (27), Fernández publicou nas redes sociais um parabéns ao ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, que completou 74 anos.

Na postagem, ele e sua equipe aparecem em uma foto fazendo um gesto de “L” com as mãos. No texto, o agora presidente eleito da Argentina afirma que Lula está “injustamente preso há um ano e meio”. Ainda na pré-campanha, Fernández chegou a visitar Lula na cadeia.

Como se sabe, o presidente Jair Bolsonaro manifestou apoio público a reeleição de Macri, fugindo da tradição brasileira de manter-se neutro na disputa política do país vizinho. Como se viu, não obteve sucesso.

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