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Deputado quer que quesito esportivo faça parte da avaliação das faculdades

Projeto de lei estabelece criação de um ranking nacional para as instituições de ensino que avalia práticas esportivas e resultados em competições; mau desempenho desse quesito poderia gerar punição no MEC

- Publicado no dia
Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

O deputado federal Helio Lopes (PSL/RJ) protocolou em fevereiro um projeto de lei que quer que as instituições de ensino superior no país também sejam avaliadas no quesito esportivo. Na última quarta-feira (23), a proposta avançou na Câmara dos Deputados ao ser aprovada na Comissão de Educação. [1][2]

Segundo o projeto, dentre os diversos requisitos do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES), determinado pela Lei nº 10.861/2004, que incluem elementos como comunicação com a sociedade e infraestrutura física, passaria a constar a “pontuação” no ranking nacional esportivo das instituições de ensino superior do país. A criação do ranking também é prevista no projeto do deputado. [3]


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Elaborado em conjunto com as pastas do Esporte e da Educação do governo federal, a pontuação desse ranking, uma vez aprovado, levaria em consideração a infraestrutura esportiva das universidades, as modalidades oferecidas aos estudantes, a participação deles nas práticas esportivas possíveis e até mesmo o rendimento em competições oficiais.

Na justificativa, Helio Lopes – que também é conhecido como Helio Bolsonaro e famoso por sempre se posicionar atrás do presidente em discursos gravados – ressalta que o esporte “representa um alicerce formativo dos cidadãos” e traz inúmeros benefícios.

Outro argumento do parlamentar é que “a liberação de endorfina melhora o desempenho na atividade escolar e que a prática não apenas fortalece o coração e os músculos, como também melhora a capacidade do cérebro”.

Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior é uma espécie de prova em todas as instituições de ensino superior no país são submetidas. Caso elas obtenham resultados insatisfatórios e não cumpram acordos e metas estabelecidas pelo Ministério da Educação, podem sofrer suspensões e até a cassação da autorização de funcionamento.

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