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Líder do MBL classifica como ‘suicídio político’ ato de Joice Hasselmann

Em vídeo divulgado no canal do MBL, Renan Santos criticou a postura de Joice e considerou que ela fechou portas com bolsonaristas, o próprio Bolsonaro, jornalistas e o resto da direita

- Publicado no dia
Foto: Reprodução/YouTube

O coordenador nacional do Movimento Brasil Livre, Renan Santos, analisou nesta terça-feira (22) a postura da deputada federal Joice Hasselmann (PSL/SP) na crise do PSL e, em especial, a entrevista que a parlamentar concedeu ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira (21). Como se sabe, a parlamentar entrou em choque com fiéis aliados de Bolsonaro e não endossou a liderança de Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) na Câmara. Segundo ele, Joice deu uma “aula de como não se fazer política”

“O que aconteceu na entrevista que ela deu no Roda Viva é que ela não foi preparada. Ela estava achando que, ao bater nos filhos do Bolsonaro e poupar o pai, os jornalistas seriam bacanas com ela, como foram com o Frota. Mas o jornalistas não fizeram isso. Porque os próprios jornalistas estão com a Joice entalada na garganta deles”, comentou, lembrando um episódio em que Joice criticou o jornalismo para ajudar Bolsonaro na campanha.


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Classificando o ato como “suicídio político”, Renan avaliou que o presidente Bolsonaro não perdoará ela pelos ataques desferidos aos filhos, tampouco a classe jornalística por ataques passados e o resto da direita. “Tudo o que ela fez foi se queimar com todas as pessoas de todos os setores”, comentou.

O coordenador do Movimento Brasil Livre também criticou o movimento e a justificativa de Hasselmann para se posicionar como pré-candidata a Prefeitura de São Paulo.

“Ela disse que precisa ser candidata em São Paulo para a esquerda não voltar ao poder em 2022. Como é que é? A administração da maior capital do país ser um mero instrumento de guerra política para 2022?”, ironizou.

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