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MBL e deputados saem em defesa de Gabriel Monteiro, ativista que precisou reagir após ser encurralado

Ativista conhecido pelos vídeos com o estilo que deu fama a Arthur do Val, o “Mamãe Falei”, foi às proximidades do funeral da menina morta em favela no RJ, debateu com ativista anti-polícia e acabou ameaçado

- Publicado no dia
Foto: Reprodução/YouTube

O ativista do Movimento Brasil Livre do Rio de Janeiro, Gabriel Monteiro, virou manchete neste domingo (22) de alguns veículos de imprensa após ser obrigado a se defender do ativista Felipe Gomes, da “Marcha Única das Favelas”, que se portou de maneira agressiva após se irritar com uma fala do youtuber. Boa parte dos sites, no entanto, preferiu noticiar o caso como uma agressão imotivada de um ativista do MBL.

Monteiro, que é policial militar e acumula centenas de milhares de seguidores nas plataformas em que está presente, fazia um vídeo nas proximidades do funeral da menina morta em operação policial no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, e cujo incidente gerou comoção nas redes sociais.


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Para ele, os responsáveis pela tragédia são “a facção que domina a área, usuários que financiam o tráfico, policiais corruptos, defensores de bandidos e a mídia leniente“. Nesse sentido, afirmou que aceitou debate a pedido do ativista Felipe Gomes, que gostaria de fazer um contraponto.

“Convidou-me para conversar, chamou uma multidão de pessoas e tentou me impedir de fugir, me xingando e agredindo. Meu carro foi apedrejado. Tive que me defender”, explicou, nas redes sociais. De fato, a íntegra do vídeo confirma que Monteiro foi ameaçado. “Se vier, eu te arrebento aqui mesmo sozinho. Quer pagar de bonzinho e encher o teu cú com a desgraça dos outros, vai trabalhar então, vagabundo”, falou Felipe Gomes, empurrando Monteiro de uma maneira agressiva e intimidadora.

Após as publicações darem destaque ao soco desferido por Monteiro no ativista que lhe ameaçava, o youtuber contou com a solidariedade do MBL e até de parlamentares.

“O maluco é um folgado de marca maior, estava provocando o cara, afrontando, desrespeitando, até chamar pra porrada ele chamou. Foi pouco, ficou barato. Parabéns, Gabriel”, escreveu o deputado federal Carlos Jordy (PSL/RJ).

O deputado federal Daniel Silveira (PSL/RJ), que assim como Monteiro é policial militar, destacou ainda nas redes sociais um outro vídeo em que Felipe Gomes, da Marcha das Favelas, relata a briga a outro jornalista.

“Versão do moleque mimizento e mentiroso que tentou agredir Gabriel Monteiro, posando de vítima. Gabriel foi embora para evitar que essa matula usasse o fato para alpinismo social. Não passam de garimpeiros de likes”, escreveu o parlamentar.

Em publicação intitulada de “As mentiras sobre Gabriel Monteiro”, Renan Santos, cofundador do Movimento Brasil Livre, além de defender o ativista, explica que Monteiro não estava no velório de Ágatha, buscou a todo momento diálogo, que quem iniciou a agressão não foi o ativista do MBL e que a legítima defesa se fez necessária.

“Sejamos claros: Gabriel estava encurralado de forma agressiva e ameaçadora por parte de Felipe. Felipe subia o tom, colocando-se “cara a cara” de forma provocativa; Gabriel tentava amenizar a discussão, falando em tom mais baixo e sereno. Próximo ao carro, Felipe o encurralou novamente, impedindo que Gabriel, em fuga, abrisse a porta do veículo. Cercado e ameaçado — sendo vítima, também, da injusta provocação da vítima –, cabia a Gabriel afastar o rapaz, posto que corria risco de séria agressão”, escreveu.

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