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PSB critica a ditadura venezuelana e abandona o Foro de São Paulo

O partido prefere reforçar uma alternativa mais antiga, a Coordenação Socialista Latino-Americana; razão principal é que o PSB não quer mais apoiar Maduro

- Publicado no dia
Reunião do Diretório Nacional do PSB (Foto: Humberto Pradera/PSB)

De vez em quando, a organização de partidos e movimentos de esquerda da América Latina, o Foro de São Paulo, volta às manchetes. Depois de muito tempo em que a existência do Foro foi menosprezada ou até negada, o Partido Socialista Brasileiro decidiu nesta sexta-feira (30) abandonar a entidade.

A resolução foi adotada em encontro do Diretório Nacional do partido. No mesmo encontro, o Diretório decidiu aprovar uma resolução crítica à política ambiental do governo Jair Bolsonaro, capitaneada pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e se manifestar em defesa da Amazônia. Para o partido, o governo tem mostrado “desapreço particular pela questão ambiental” e esposado “convicções que afrontam o conhecimento científico”. [1]


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A respeito do Foro de São Paulo, o PSB afirmou que participa dos encontros da entidade há anos, mas a partir de agora, além de abandoná-lo, solicitou sua exclusão da lista oficial de partidos que o integram. O partido ressaltou sua vinculação, desde 1947, à “democracia e as transformações sociais”, bem como a incompatibilidade desses valores com as “numerosas e graves violações de direitos humanos” do governo venezuelano de Nicolás Maduro. [2]

O PSB reforçou sua vinculação a outra entidade, a Coordenação Socialista Latino-Americana (CSL), que é mais velha que o Foro – surgiu na década de 80 -, mas até pouco tempo atrás operava majoritariamente em conjunto, até recentemente, quando surgiu uma rivalidade. O partido do falecido presidenciável Eduardo Campos continua contrário a uma intervenção estrangeira na Venezuela e à autoridade de Juan Guaidó como presidente autoproclamado.

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