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Bolsonaro responde declaração de presidente cubano: ‘a mamata acabou’

Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, havia afirmado que Bolsonaro tinha feito "calúnias vulgares" quando discursou acusando os profissionais cubanos que vieram ao Brasil de desejar implantar guerrilha
Bolsonaro lança programa 'Médicos pelo Brasil' no início de agosto (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
Bolsonaro lança programa ‘Médicos pelo Brasil’ no início de agosto (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
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O presidente Jair Bolsonaro se manifestou neste sábado (3) nas redes sociais para responder uma declaração do presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, sobre o programa “Mais Médicos”, do qual diversos médicos cubanos participaram. Canel havia afirmado que Bolsonaro fazia “calúnias vulgares contra Cuba” e que era “vergonhosa sua submissão aos Estados Unidos”. [1]

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“O ditador cubano recebia R$ 1 bilhão por ano do Brasil, pelo trabalho de 10 mil ‘profissionais’ de saúde, que aqui viviam em condições análogas à escravidão”, acusou Bolsonaro.

Na sequência, o presidente brasileiro afirmou que a “mamata acabou” pois  “agora, esses recursos serão utilizados pela nossa saúde no programa ‘Médicos pelo Brasil'”.

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Lançado na última semana, o novo programa do governo para levar médicos ao interior do Brasil onde há a ausência de profissionais não exclui a possibilidade de atuação de estrangeiros. No entanto, será preciso fazer uma reprova de revalidação do diploma.

Há ainda mecanismos que visam evitar situações parecidas com as que ocorriam com o “Mais Médicos”, onde o profissional cubano recebia apenas um percentual do pagamento total feito pelo governo.

No lançamento do “Médicos pelo Brasil”, na última quinta-feira (1), o presidente Jair Bolsonaro afirmou ainda que os profissionais cubanos visavam “implantar guerrilha no Brasil”.

“Se os cubanos fossem tão bons assim, teriam salvado a vida de Hugo Chávez, mas não deu certo. Se fossem tão bons assim, Dilma e Lula teriam aqui no Planalto cubanos e não brasileiros”, discursou, na ocasião. [2]

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