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Dilma retoma pedido de aposentadoria especial por ter sido perseguida

Ex-presidente Dilma Rousseff pode acumular mais de R$ 16 mil de aposentadoria se aprovado o pedido pela Comissão de Anistia; parecer final será da Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves

- Publicado no dia
Dilma Rousseff deixa o Palácio da Alvorada, em Brasília, em setembro de 2016 após Senado condená-la à perda do mandato (Foto: Wilson Dias/Agência Brasi)

O regime previdenciário em processo de reforma, as contas públicas em franco desequilíbrio e o aumento da conscientização sobre o fato de o Estado sustentar, com valores bem acima da média, uma fatia privilegiada da população. Esses fatores, porém, foram irrelevantes para que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) desse prosseguimento a um pedido de aposentadoria especial.

É que, agora, além de receber o teto do INSS (valor de R$ 5,8 mil mensais, em 2019), a petista requereu à Comissão da Anistia uma aposentadoria de R$ 10,7 mil mensais por ter sido perseguida pelo regime militar, informa o jornal Folha de S. Paulo. Somando os benefícios, Dilma pode vir a receber R$ 16,5 mil mensais. [1][2]


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A sucessora de Lula, diz a publicação, deseja ainda que o valor venha com “efeitos financeiros retroativos”. Uma comissão de especialistas técnicos analisará o processo de Dilma na próxima semana, mas a decisão final será da Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.

No Twitter, Damares se manifestou no início da noite desta sexta-feira (21) sobre o assunto. Prometeu que “tudo será conduzido de forma absolutamente técnica, obedecido o devido processo legal”.

“Vou analisar, no que tange à legalidade, o que for decidido pelo Conselho e refletir sobre o caso”, opinou. [3]

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