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Amoêdo critica PT por dificultar aprovação de crédito suplementar

Deputado Paulo Pimenta (PT/RS) criticou em vídeo o montante solicitado pelo governo, justificando que a as assessorias técnicas da Câmara, Senado e do próprio governo dizem que não seria preciso tanto dinheiro
(Foto: Reprodução / Metropoles)

(Foto: Reprodução / Metropoles)

Ex-candidato a presidente da República pelo Partido Novo, João Amoêdo criticou neste domingo (9) o indício de que o Partido dos Trabalhadores (PT) poderá dificultar a aprovação do crédito suplementar pedido pelo Governo Federal. A medida já foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro como necessária para continuar mantendo os programas sociais. [1][2]

“A oposição irresponsável do PT prejudica – mais uma vez – a população brasileira, especialmente os mais pobres”, escreveu, lembrando ainda que caso o crédito não seja aprovado, “beneficiários do bolsa família e aposentados não receberão seus benefícios”.

O líder do PT na Câmara, em vídeo divulgado no link compartilhado por Amoêdo, afirmou que “Bolsonaro, sem usar argumentos técnicos, tenta jogar na população contra o Congresso Nacional para justificar sua incompetência”.





“Está em tramitação no Congresso Nacional o projeto de lei conhecido como PLN 4, onde o governo Bolsonaro solicita um crédito suplementar na ordem de 248 bilhões de reais. Mas os estudos da assessoria técnica da Câmara e do Senado dizem que o governo precisa apenas de 90 bilhões – o resto ele pode remanejar. O estudo técnico do próprio governo fala em 140 bilhões. Então porque 248 bilhões? Esse cheque em branco que ele está pedindo significa só de juros da dívida mais 26 bilhões por ano. Desses 248 bilhões, apenas pequena parcela é do BPC. Se a preocupação fosse essa, pediria um dinheiro em separado”, disse Pimenta, em vídeo. [3]





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