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Romeu Zema, do NOVO, decreta fim de mansão em BH para governadores

Residente de Araxá, cidade situada a cinco horas de Belo Horizonte, primeiro governador da história do Partido Novo decidiu alugar imóvel próximo à Cidade Administrativa, sede do governo estadual
O governador eleito Romeu Zema e, ao fundo, Paulo Brant, vice-governador eleito de Minas Gerais (Foto: Reprodução/Facebook)
O governador eleito Romeu Zema e, ao fundo, Paulo Brant, vice-governador eleito de Minas Gerais (Foto: Reprodução/Facebook)
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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO), decretou na última quarta-feira (5) a extinção da condição especial que permitia que o Palácio das Mangabeiras fosse a residência oficial dos governadores do estado. [1][2]

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A medida já vinha sendo defendida por Zema desde a campanha eleitoral. Residente em Araxá, cidade situada há cinco horas de Belo Horizonte, o governador decidiu alugar um imóvel próximo à Cidade Administrativa do Governo de Minas Gerais, onde despacha.

O Palácio das Mangabeiras foi inaugurado em 1955 a pedido do então governador Juscelino Kubitschek. O projeto original é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer, tendo jardins planejados por Burle Marx. A mansão também conta com uma vistosa piscina. [3][4]

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Nas redes sociais, o Partido Novo destacou a medida e afirmou que “políticos não devem morar em palácios”. A legenda salientou ainda que o palácio poderá ser utilizado para “sediar eventos e gerar receita para Minas”. A agremiação não mencionou, contudo, a possibilidade de privatização do imóvel. [5]

Ex-candidato à presidência da República e atual presidente do NOVO, João Amoêdo também pronunciou-se sobre o assunto. Ele, que em 2018 afirmou que, se eleito, não moraria no Palácio da Alvorada, disse que a medida de Zema visava “reduzir privilégios, colocar as contas em dia e o cidadão em primeiro lugar”. [6]

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