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Secretário de Previdência considera ‘sem paralelo’ adesão popular à reforma

Em evento no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, ex-deputado Rogério Marinho e atualmente Secretário de Previdência Social comentou atos do dia 26 e sua experiência política em dialogar com parlamentares
O ex-deputado federal Rogério Marinho e atual Secretário de Previdência Social do Ministério da Economia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O ex-deputado federal Rogério Marinho e atual Secretário de Previdência Social do Ministério da Economia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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O Secretário de Previdência Social do ministro Paulo Guedes, Rogério Marinho, afirmou na noite desta quinta-feira (30), em evento no Rio de Janeiro, que o apoio popular à reforma da Previdência não encontra precedentes em nenhum lugar do mundo.

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O comentário veio após ser instado a comentar sobre as manifestações ocorridas no último domingo (26) em apoio ao presidente Jair Bolsonaro e às reformas empreendidas por ele.

“Impressionante a adesão popular, sem paralelo em lugar nenhum do mundo. É um sinal dos tempos do amadurecimento da nossa sociedade”, opinou Marinho, contextualizando que os governantes costumam enfrentar rejeição nas ruas quando fazem ajustes nos sistemas previdenciário.

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Na palestra que concedeu antes para os convidados da revista gaúcha Voto, Marinho defendeu a medida que, segundo ele, “é a oportunidade de quebrar um ciclo vicioso para estabelecer um ciclo virtuoso no país com a reestruturação da economia”.

Manifestantes criticaram centrão e pediram apoio às reformas do presidente Bolsonaro (Foto: Boletim da Liberdade)

“Quem mais ganha com a reestruturação da nossa Previdência são os mais pobres e quem mais sofre são os privilegiados que usam os pobres como massa de manobra”, opinou.

O Secretário de Previdência Social também confidenciou que, antes de ser formulada a proposta final, a equipe econômica de Guedes ouviu diversos economistas pelo país.

Filiado ao PSDB e deputado federal entre 2007 e 2019, Marinho destacou em sua exposição também que usa sua experiência no Congresso para conversar com os parlamentares e solucionar todas as dúvidas que existem.

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“Meu papel é conversar com os parlamentares. Conheço-os pessoalmente. Esse é um parlamento novo, de um governo novo. O presidente Bolsonaro montou um ministério de forma diferente e paga um preço, que é não ter uma base. Mas a reforma da Previdência não é uma pauta só do presidente. Até a oposição mudou um pouco o tom e agora admite que o país precisa de uma reforma, ainda que não seja a proposta pelo governo”, concluiu.

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