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Atiradores poderão comprar até 1.000 cartuchos de munição ao ano

Presidente afirmou que nova medida não é um projeto de segurança pública, mas sim sobre direitos individuais; texto deve incluir regras mais flexíveis para atiradores e colecionadores
Jair Bolsonaro segura fuzil em feira de armas no Rio, em 2018 (Foto: Reprodução/Facebook)

Jair Bolsonaro segura fuzil em feira de armas no Rio, em 2018 (Foto: Reprodução/Facebook)

O presidente Jair Bolsonaro assinou na tarde desta terça-feira (7) um novo decreto regulamentando o uso de armas de fogo – desta vez, com foco em colecionadores, atiradores esportivos e caçadores.

Embora o texto ainda não tenha sido divulgado na íntegra até a publicação desta matéria, veículos jornalísticos repercutem que, dentre as normas, está a ampliação do limite de aquisição de cartuchos de munição. Agora, em vez de o limite máximo de 50, atiradores e colecionadores poderão adquirir ate 1.000 ao ano.

Dentre as outras medidas que devem estar inclusas na legislação, estarão a prerrogativa de o atirador levar seu armamento municiado de casa ao stand de tiro, bem como a possibilidade de proprietários rurais usarem livremente armamentos em seus terrenos.





“O nosso decreto não é um projeto de segurança pública. É, no nosso entendimento, algo mais importante. É um direito individual daquele que, porventura, queira ter uma arma de fogo, buscar a posse, que seja direito dele, respeitando alguns requisitos”, afirmou o presidente.





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