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Após militar assumir o comando da Apex, conservadora é demitida e gera reações

Letícia Catelani, mais conhecida como Letícia Catel, circula nos meios conservadores já faz alguns anos e acumula milhares de seguidores no Twitter; saída da Catel denota enfraquecimento do ministro Ernesto Araújo

- Publicado no dia
Letícia Catel em entrevista ao programa de rádio “Pânico” (Foto: Reprodução/Jovem Pan)

A empresária paulista Letícia Catelani foi demitida na noite desta segunda-feira (6) do cargo de diretora de negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), órgão vinculado ao Ministério das Relações Exteriores. [1][5]

O fato, em si, teria pouca relevância não fosse o fato de Catel, como é mais conhecida, ser considerada da ala ideológica (conservadora) e a Apex, por sua vez, ser agora comandada por um militar: o almirante Sergio Ricardo Segóvia, nomeado na última sexta-feira (3). Ele é o terceiro presidente da agência em menos de cinco meses de governo. [2][3]

Próxima ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), Catel – que é ligada ao PSL de São Paulo –  circula nos meios conservadores e até liberais-conservadores já há alguns anos. No Twitter, acumula mais de 26 mil seguidores. No entanto, sua personalidade era alvo de controvérsias na agência, contribuindo com a mudança de direção do órgão. É improvável que a saída de Catel com a posse de Segóvia tenha ocorrido sem a anuência do presidente Jair Bolsonaro.


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Sede da Apex: crise desde o início do governo gerou enfraquecimento do Ministro das Relações Exteriores (Foto: Divulgação)

Uma das personalidades mais influentes do bolsonarismo, o youtuber Allan dos Santos, dono do canal “Terça Livre”, criticou a saída de Catel. Santos atribuiu a saída da diretora à suposta influência do ministro Santos Cruz, general da reserva, que tem sido alvo de diversas críticas da ala conservadora.

“Santos Cruz demitiu a Letícia Catel. Basta ver quais cortes a APEX fará daqui em diante e ficará evidente o motivo da demissão”, escreveu, referindo-se a um tweet de Catel em que comentou que havia encerrado “contratos desnecessários de marketing” com o que chamou de “empresas envolvidas na Lava Jato”. [4]

Mais tarde, o jornalista levantou a hashtag #SomosTodosLeticia – que, na altura da publicação desta matéria, estava em segundo lugar entre as mais usadas no Twitter – e pediu que o presidente Jair Bolsonaro honrasse o que havia apresentado em campanha. “Largue o Santos Cruz para ontem. Não foi o apoio de general que o fez ganhar, mas do povo. Apesar dos gerais”, concluiu. [5]

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