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Ativistas liberais são agredidos em protesto contra Cuba no Rio

Militantes liberais do Livres e do MBL foram agredidos quando iriam protestar contra audiência organizada pelo PSOL para lembrar, na Câmara do Rio, os 60 anos da ditadura cubana

- Publicado no dia
Cecília Lopes (à esq.) mostra braço vermelho após ser prensada contra porta de ferro da Câmara; ativistas do Livres (à dir.) com cartazes críticos à Cuba (Foto: Divulgação)

Um grupo de ativistas liberais foi agredido na noite desta sexta-feira (26) após protestarem contra um evento no auditório da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro em homenagem aos 60 anos da ditadura cubana dos irmãos Castro. O ato ocorreu por iniciativa do vereador Leonel Brizola Neto (PSOL).

Segurando cartazes com palavras de ordem como “Direitos Humanos não existem sem democracia” e “Fidel Castro e Che Guevara são assassinos”, militantes do Livres e do MBL irritaram vereadores e ativistas de esquerda que se fizeram presentes.

“Fomos protestar de maneira educada e cordial. Fazer uma crítica. A audiência ocorreu normalmente, mas a porrada aconteceu lá fora. O vereador Brizola Neto, organizador do evento, e o deputado estadual Eliomar Coelho, ambos do PSOL, também estavam, mas não fizeram nada para conter essa onda de violência. Quem foi barrado, foi barrado de forma violenta e truculenta”, disse o ativista Gabriel Lecornier, também ligado ao DEM.


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Cecilia Lopes, ativista do Livres, chegou a ser prensada contra a porta de ferro da entrada lateral da Câmara. Ficou com o corpo marcado e prestou boletim de ocorrência. Ela explicou que parte da confusão iniciou após um vereador do PSOL se estressar com os questionamentos do ativista do MBL, Gabriel Monteiro.

“Quando o vereador virou as costas e foi embora, começou uma confusão. Teve gente da polícia legislativa, teve assessores, teve militantes. Todos vieram para cima contra todos os liberais que estavam segurando cartazes. Nosso plano original era fazer uma oposição respeitosa. Chegar lá, dialogar. Era basicamente isso. Mas juntaram-se para agredir todo mundo, inclusive a gente”, disse.

A ativista explicou também que foi empurrada para fora do prédio, quando foi agredida no rosto, no braço e jogada contra a porta lateral da Câmara. “Fiquei presa e tacaram um spray de pimenta em mim”, reclamou. (Confira o vídeo abaixo)

Livres reage

Em nota divulgada no Twitter, o movimento suprapartidário Livres repercutiu a agressão da ativista, chamando o episódio de “violência na celebração da violência”.

Um dos líderes do Livres, o deputado estadual gaúcho Fabio Ostermann (NOVO/RS) afirmou que tratam-se de “bandidos covardes” os que fizeram a agressão. “Não nos calarão”, disse.

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