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Esquerda lança jingle contra reforma da Previdência com alusão a greve geral

Renan Santos, coordenador nacional do Movimento Brasil Livre e um dos principais estrategistas da entidade, analisou a letra e mostrou-se preocupado sobre a ação, que pode atrair o centrão
Funcionários dos Correios em greve (Foto: Reprodução / Facebook)
Funcionários dos Correios em greve (Foto: Reprodução / Facebook)
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Sindicatos e partidos de esquerda lançaram na última terça-feira (19) nas redes sociais um jingle contra a reforma da Previdência. A música, animada, embala versos que dizem que a população está sendo enganada e que o Brasil irá “parar” em reação ao projeto, de iniciativa do governo Bolsonaro. [1]

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A letra da música cita inúmeras profissões, como professor e operário, e diz: “Quem produz a fortuna, / merece sim descansar / bem mais que um deputado. / O povo quer se aposentar. / A Previdência não faliu, / estão querendo enganar: / o povo vai se unir, / e o Brasil todo vai parar”.

Para Renan Santos, um dos coordenadores nacionais do Movimento Brasil Livre, a música é parte de uma campanha “bem construída” e quando fala sobre “o Brasil parar”, trata-se de uma alusão a greves gerais. [2]

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“Esse ‘Para Brasil’ visa conversar com as convocações de greve. Quando se tem uma tentativa de reforma, sempre se enxerga greves e paralisações de servidores públicos. A esquerda vai começar uma campanha de greve e esse tipo de música está ligado ao lulismo. Esteticamente, está tudo muito próximo”, analisou.

Para o ativista político, o objetivo é construir um discurso para atrair políticos no Congresso, especialmente os do centrão, que não possuem valores ideológicos bem sedimentados e querem obter dividendos ideológicos de curto-prazo.

“Eles estão atraindo, com esse tipo de discurso, os deputados oportunistas e demagogos que foram eleitos nessa leva de renovação e que estão dispostos a surfar nessa onda. O oportunista não tem ideologia. Ele pega a sua raiva contra o sistema e vai usar contra você, na hora H”, opinou, dizendo-se preocupado com a possibilidade de o centro voltar a ser atraído para a esquerda.

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Renan, que é liberal e favorável à reforma, também fez uma análise pessimista sobre a condução do governo no projeto. “A esquerda está dominando a narrativa da reforma. Se isso acontecer, vai ser uma droga. Quando a bolsa sobe, é só expectativa. Se a expectativa cair, for para baixo, não teremos governo que segure”, concluiu.

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