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Especialista rebate deputado do PSOL que vai tentar anular medida de fim de vistos

Deputado do PSOL escreveu nas redes sociais que isentar de vistos turistas de países como Japão, Austrália e Estados Unidos “sem nenhuma contrapartida” seria um gesto “submisso e bajulador”; especialista discorda

- Publicado no dia
Deputado federal Marcelo Freixo discursa na Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

O deputado federal Marcelo Freixo anunciou na última quarta-feira (20) que pretende atuar, no Congresso, para anular a medida do presidente Jair Bolsonaro que suspendeu a exigência de visto para turistas de alguns países, entre eles os Estados Unidos. [1]

Na publicação, o socialista opinou que “acabar com a exigência de visto para turistas dos Estados Unidos, Japão, Canadá e Austrália sem nenhuma contrapartida” seria “ser submisso e bajulador”.

A opinião do parlamentar, contudo, não encontra reflexo em empreendedores e pessoas ligadas ao turismo, que comemoraram a medida e a consideram como importante para atrair mais turistas ao país e estimular o setor como um todo.

Para Sávio Neves, membro do Conselho Nacional de Turismo e ouvido pelo Boletim da Liberdade, a declaração do deputado do PSOL vai contra “todas as ações e enorme esforço feito pela classe produtiva do turismo”.


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“O turismo é uma atividade muito sensível e altamente competitiva. Quando um destino se fragiliza, imediatamente este espaço é preenchido por outro concorrente. Os empresários do setor, depois de anos de muito trabalho, seminários, reuniões, conseguiram convencer o governo federal”, desabafa Neves, orgulhoso, que defende a medida.

O especialista garante ainda que a política de isentar de visto o turismo não tem a ver com “soberania, independência e autonomia da nação”. Pelo contrário: esses conceitos seriam fortalecidos com mais emprego e o fortalecimento da balança comercial, consequências do fortalecimento do setor no Brasil.

“Considero grave um representante do Rio, estado que mais se beneficiará desta medida, ir contra essa medida. Mostra com muita clareza que a ideologia anti-americana às vezes prevalece sobre a racionalidade evidente desse avanço. É uma mudança bem-vinda!”, concluiu.

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