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Ela não: Bolsonaro se nega a receber Daniela Mercury para falar de Lei Rouanet

Presidente havia divulgado uma paródia da canção de Mercury e Caetano Veloso em que a letra crítica diz que não será mais permitido o uso do dinheiro do povo; cantora se enfureceu e se propôs a conversar

- Publicado no dia
Daniela Mercury e Caetano Veloso na gravação do clipe (Foto: Reprodução / Facebook)

O presidente Jair Bolsonaro manifestou-se na noite desta terça-feira (5) sobre a possibilidade de conversar com a cantora Daniela Mercury sobre a Lei Rouanet. Sem citar nomes, afirmou que receber “‘renomados’ que já se beneficiaram” da Lei Rouanet para discuti-la “não passa de piada”. [1]

A mensagem veio após a cantora, por meio de nota disparada por sua assessoria de imprensa, se propor a conversar com o presidente sobre a lei, que defende. Segundo ela própria, em 20 anos de profissão, recebeu R$ 1 milhão para montar seus trios elétricos e que a lei tem sido alvo de distorções, subentendendo que não seria compreendida por Bolsonaro. [4]

“Se tive cerca de 1 milhão de verba pública nesses 20 anos, isso significa que o restante (9 milhões) paguei ou do meu bolso diretamente ou com o patrocínio de empresas privadas”, reclamou a artista, como se investir em um empreendimento artístico em que ela tem benefícios individuais fosse um favor à sociedade.


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Nas eleições de 2018, Mercury foi uma das artistas que se mobilizaram no movimento “Ele Não”, contra o então candidato Bolsonaro. Em uma das ocasiões chegou a ser vaiada no próprio show. [2][5]

Como teve início o bate boca

No final da manhã desta terça (5), Bolsonaro já havia provocado Mercury e Caetano Veloso, indiretamente, por compartilhar um vídeo crítico à canção que os dois lançaram em fevereiro chamada “Proibido o Carnaval”, com indiretas ao governo.

A paródia compartilhada por Bolsonaro diz que “tem gente ficando doida sem a tal Lei Rouanet”. “O nosso carnaval não está proibido, mas com dinheiro do povo não será mais permitido”, conclui a canção. [3]

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