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Escola de samba carioca terá ala com referência ao bitcoin

A Imperatriz Leopoldinense trará em seu desfile o enredo “Me dá um dinheiro aí”, que aborda as diferentes relações do ser humano com o dinheiro

- Publicado no dia
Fantasia “Bitcoin” (Foto: Divulgação)

A moeda virtual descentralizada admirada dentro do movimento libertário vai cair no samba. Pelo menos é o que garante a tradicional escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense, que desfilará no próximo dia 3 de março com sua última ala representando os bitcoins. [1]

A Imperatriz levará para a Marquês de Sapucaí o enredo “Me dá um dinheiro aí”, que contará a história do dinheiro e das relações humanas com ele. “A gente vai mostrar o surgimento do dinheiro, a relação do homem com isso, a ambição do ser humano. O dinheiro é o que move muitas relações, e às vezes é mal utilizado, mal aplicado. Tem crítica, tem humor”, define o carnavalesco Mário Monteiro, que concebeu o desfile junto com Kaká Monteiro.

O samba-enredo, assinado por Elymar Santos, menciona o bitcoin ao dizer que “o porquinho pode até ser virtual”. A criptomoeda aparece na última fantasia. “Encerraremos o desfile falando de um futuro já presente através das moedas criptográficas – um sistema de recurso digital projetado para funcionar como um meio de troca”, diz a escola.

“Todo o valor materializado em nossas moedas, cédulas, cheques e cartões perderá o sentido para um dinheiro virtual? Vamos acostumar a não o pegar? Vamos entender que dinheiro é apenas uma ideia? O que a moeda virtual fará com nossa sociedade de consumo? Ela será capaz de transformar nossa relação com os conceitos de valor? O futuro nos dirá”, explica o argumento a respeito da fantasia na descrição oficial do desfile. Confira o samba-enredo:


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