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‘Minas vai ser uma vitrine enorme para o NOVO’, afirma João Amoêdo na transição

Partido aposta em consultoria para encontrar profissionais de primeira linha no mercado para atuarem na gestão pública; para Amoêdo, o fato de o NOVO não fazer coligações ajuda nesse processo

- Publicado no dia
Tiago Mitraud e João Amoêdo (Foto: Reprodução/Instagram)

O deputado federal eleito Tiago Mitraud (NOVO-MG) esteve nesta terça-feira (20) na sede da administração do Governo de Minas Gerais, onde ocorre a transição para a gestão de Romeu Zema (NOVO), e conversou com João Amoêdo, que estava no escritório.

Em vídeo que publicou nas redes sociais, Amoêdo afirmou que “Minas vai ser uma vitrine enorme para o NOVO” e que “é preciso fazer as coisas funcionarem direito”.

“O desafio inicial é fazer uma estrutura de secretarias que tenha a maior eficiência para a população”, disse o ex-candidato à presidência da República e fundador do Partido Novo.

Para Amoêdo, o fato de Zema não ter feito coligação e acordos políticos para se eleger facilitam essa missão.

“Isso dá total autonomia a trazer as pessoas para virem para cá por competência, e não por indicação política, coisa que a gente está tão acostumado na área pública. Estamos muito animados, acho que vai dar pra montar um time de primeira e fazer daqui um governo que seja um exemplo para o resto do Brasil”, afirmou.


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Recrutamento do NOVO

André Freire, João Amoêdo, Rodrigo Forte e Carlos Eduardo Altona: parceria para a contratação de profissionais de primeira linha para o governo mineiro (Foto: Divulgação)

Como frisou Amoêdo, uma das apostas do Partido Novo é justamente a seleção de pessoal qualificado para compor o primeiro escalão do governo mineiro.

Para essa missão, a aposta foi na contratação de empresas especializadas em recrutamento profissional. O empresário Carlos Altona, da EXEC, foi o escolhido para capitanear o desafio.

Em artigo publicado em seu perfil no LinkedIn, Altona afirma que ficou “duplamente feliz, como profissional e como cidadão brasileiro” com essa iniciativa. [1]

“Para quem não sabe, há países como a Inglaterra e os EUA aonde é lei recrutar determinados cargos da administração pública através de consultorias profissionais. E lá existem empresas como a EXEC que fazem exclusivamente esse tipo de seleção. No Brasil, essa prática não é adotada por causa da falta de visão de muitos governantes mas também porque há um brutal excesso de cargos que demandam aprovação em concurso público. Sem falar nas indicações de caráter político”, afirmou o empresário.

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