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Receita de sindicatos cai 86% com fim do imposto sindical

Os sindicatos estão tentando driblar a extinção do imposto, mas sem sucesso; a contribuição obrigatória representava 60% das suas receitas
(Foto: Reprodução / Folha)
(Foto: Reprodução / Folha)
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A extinção da contribuição sindical obrigatória na Reforma Trabalhista de Michel Temer, graças a iniciativa do hoje deputado eleito Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), já mostrou a que veio. De janeiro a setembro deste ano, foi registrada a queda substancial de 86% na arrecadação. [1]

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Os cerca de 16 mil sindicatos brasileiros até não reduziram em quantidade, mas tiveram, no mesmo período do ano passado, uma receita de R$ 1,98 bilhão. Já em 2018, os dados recentemente divulgados atestam que o valor não excedeu R$ 276 mil.

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o imposto representava 60% dos recursos dos sindicatos. Algumas das organizações sindicais têm tentando persuadir a Justiça a admitir que estabeleçam, em convenções específicas de cada categoria profissional, uma espécie de substituição do imposto, que também seria obrigatória, porém sem sucesso.

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