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Paulo Guedes ataca social democracia e diz que Mercosul não é prioridade

O futuro ministro da Fazenda reafirmou que seus planos incluem a reforma da Previdência e disse que todo o modelo precisa de reformulação
Paulo Guedes (Foto: Andre Valentim / Veja)
Paulo Guedes (Foto: Andre Valentim / Veja)
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O futuro ministro da Fazenda do governo de Jair Bolsonaro deu suas primeiras declarações depois da eleição nesta segunda-feira (29). Ele disse que o Brasil abandonará o modelo social democrata e que o Mercosul não é prioridade. [1]

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Em entrevista no hotel Windsor, na Barra, Guedes enfatizou que o foco da próxima administração será em “mudar o modelo econômico social democrata” no Brasil mediante um programa acelerado de privatizações e controle do gasto público.

“O Brasil tem 30 anos de expansão de gastos públicos descontrolados (…) Esse modelo econômico corrompeu a política, subiram os impostos, subiram os juros, nos endividamos numa bola de neve. (…) Esse modelo social-democrata é ruim, somos prisioneiros do baixo crescimento, temos impostos altos, temos juros muito altos, comercializamos com poucos países”, explicou, defendendo ainda a reforma da Previdência e a simplificação dos impostos.

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Pressionado a oferecer respostas sobre o Mercosul, Guedes se irritou com a jornalista que o entrevistava: “É isso que você queria ouvir? Mercosul não será prioridade. A gente não está preocupado em te agradar. Eu conheço esse estilo”. Ele disse ainda que o bloco se transformou em uma “prisão cognitiva”. [2]

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