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Bolsonaro inicia contatos para criar ‘bloco liberal’ na América Latina

O presidenciável tem a intenção de fortalecer relações com países que apresentem a mesma tendência de abertura de mercados e rejeição ao socialismo
(Foto: Reuters/Adriano Machado)

O desgosto com o Mercosul já motiva um esforço do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) por articular um “bloco liberal” na América Latina. Foi o que diversos veículos jornalísticos, como a Folha e a Gazeta do Povo, repercutiram nesta segunda-feira (22). [1] [2]

Os primeiros contatos já foram feitos com os presidentes da Argentina, Mauricio Macri, do Chile, Sebastián Piñera, e do Paraguai, Mario Abdo Benítez.  “Países que buscaram se aproximar, mas foram preteridos por razões ideológicas têm muito a oferecer ao Brasil, em termos de comércio, ciência, tecnologia, inovação, educação e cultura”, diz o plano de governo entregue ao Tribunal Superior Eleitoral.

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A meta seria dar menos importância a países socialistas como Venezuela e Bolívia e incrementar relações com países abertos a intensificar as aberturas de mercados. Na semana passada, Bolsonaro falou por telefone com Macri e Abdo Benítez, tendo recebido em sua casa dois senadores chilenos, Jacqueline van Rysselberghe e José Durana, ambos do partido União Democrática Independente, o mais votado das últimas eleições chilenas.

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A tendência é que, além da parte econômica, como se verifica a partir de iniciativas como a tentativa adiada de organizar uma Cúpula Conservadora das Américas, Bolsonaro pretenda criar uma tendência política no continente em reação a órgãos e associações como a Unasul e o Foro de São Paulo.

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