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Declaração do vice de Bolsonaro sobre índios e negros levanta discussão

O general fez um comentário sobre as origens do povo brasileiro que repercutiu de forma polêmica, mas também defendeu as privatizações e o livre mercado
General Mourão (Foto: Reprodução / O Tabuleiro)
General Mourão (Foto: Reprodução / O Tabuleiro)

Logo depois de ser anunciado como o candidato à vice-presidência da República na chapa de Jair Bolsonaro, em uma aliança entre o PSL e o PRTB, o general Antonio Hamilton Mourão deu uma declaração que provocou reações nas redes sociais e na imprensa. Ele fez uma crítica, nesta segunda-feira (6), às raízes culturais e étnicas do povo brasileiro. [1]

A declaração foi dada na reunião-almoço de que participou na Câmara de Indústria e Comércio de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. O general disse que o “complexo de vira-lata” existente no país contribui para a “crise política, econômica e psicossocial”, somado a uma herança cultural que mescla o privilégio – “herança ibérica”, “uma certa herança da indolência, que vem da cultura indígena”, e “a malandragem”, que é “oriunda do africano”.





Quando fez o comentário sobre os africanos, Mourão se virou para um vereador negro presente, Edson Rosa, e disse “nada contra”. Também ao falar sobre a indolência indígena, Mourão se apressou em dizer que é indígena e que seu pai é amazonense.

No mesmo evento, Mourão defendeu o emprego de políticas sociais para combater a violência e o tráfico de drogas, além da repressão, defendeu o livre mercado e as privatizações e frisou à revista Veja que não tem nada contra a privatização da Petrobras.





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