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João Amoêdo investe contra benefícios de juízes e promotores

O engenheiro e pré-candidato enfatizou que uma das bandeiras de seu partido é o combate aos "penduricalhos" que beneficiam altos funcionários públicos
(Foto: Reprodução / Blogs e Colunas)
(Foto: Reprodução / Blogs e Colunas)

O pré-candidato do Partido Novo, João Amoêdo, publicou, neste sábado (16), uma crítica a benefícios considerados indevidos de funcionários do Poder Judiciário. O engenheiro considera que é preciso retirar essas vantagens para estabelecer a igualdade de todos perante a lei, de acordo com a Constituição. [1]

Entre esses benefícios, estão as férias de 60 dias e os supersalários para juízes e promotores. “Para o NOVO, estes são alguns benefícios concedidos a altos funcionários do Poder Judiciário que não deveriam existir”, comentou Amoêdo. “Magistrados e integrantes do Ministério Público recebem bons salários e não precisam destes penduricalhos”.

A dimensão exagerada dos salários dentro da máquina pública é alvo de críticas há bastante tempo, notoriamente entre liberais. Um levantamento da IstoÉ publicado em novembro de 2016 dava conta de que o salário médio dos 18 mil magistrados do país já era bastante generoso, acima do teto constitucional de R$ 33.763 estabelecido para o funcionalismo público: R$ 46 mil. Mesmo assim, o levantamento identificou desembargadores recebendo mais de R$ 200 mil num único mês e os “supersalários” custariam ao país R$ 20 bilhões por ano. [2]









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