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Bolsonaro: propriedade privada é ‘sagrada’ e, se o MST invadir, ‘é chumbo’

O pré-candidato à presidência da república Jair Bolsonaro (PSL) defendeu em palestra no Rio de Janeiro que o MST seja tratado como movimento terrorista e comentou sobre o apoio que tem no campo
Foto: Reprodução/Facebook
Foto: Reprodução/Facebook

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL/RJ), pré-candidato à presidência da república, palestrou na manhã desta segunda-feira (21) na Associação Comercial do Rio de Janeiro. Instado a comentar sobre o Movimento Sem Terra, o parlamentar respondeu que são “marginais” e que “a propriedade privada é sagrada”. [1]

Aplaudido pelos presentes, Bolsonaro comentou ainda que membros do movimento haviam recentemente matado um fazendeiro que conhecia. “Nós temos que tipificar como terrorismo ações desses marginais. A propriedade privada é privada e é sagrada e ponto final. Invadiu, garantido no Código Penal, é chumbo”, disse.

Segundo Bolsonaro, o campo vive um “inferno”. “No agronegócio, 90% do campo está comigo. Extamente porque você tem que ser radical nessas questões. Não basta a grande mídia dizer que sou de ‘extrema-direita’ ou ‘radical’. Você não pode ir fantasiado de flor de abóbora em festa de pepino”.





Ainda sobre o MST, Jair Bolsonaro afirmou que seus militantes são “vagabundos e marginais” e que “só invadem aquilo que está produzindo alguma coisa”. Na mesma palestra, o parlamentar defendeu também o fim do condicionante de “excesso” no código penal. “Matar um vagabundo com 1 tiro ou 20 tiros é a mesma coisa”, argumentou.





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