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Liberdade ameaçada? Al-Qaeda convoca aliados para uma nova guerra

Buscando voltar ao protagonismo do terrorismo internacional, grupo fundado por Osama Bin Laden e responsável pelos ataques a Nova York, em 2011, criticou a forma pela qual Donald Trump tem agido

- Publicado no dia
Terroristas da Al-Qaeda em atuação no Afeganistão. (Foto: Wall Street Journal)

O novo líder da Al-Qaeda, grupo terrorista islâmico que ficou conhecido por ter derrubado as torres do World Trade Center, em Nova York, convocou uma nova guerra. O alvo, outra vez, é o Estados Unidos. O estopim foi a instalação definitiva da embaixada americana em Jerusalém nesta segunda-feira (14). [1]

O sucessor de Osama Bin Laden, morto em 2011, publicou um vídeo com críticas ao presidente Donald Trump e suas intenções de fazer uma “cruzada moderna”. O terrorista disse ainda que, com Trump, não haveria possibilidade de apaziguamento.


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Pedindo que seus seguidores peguem em armas, o chefe da Al-Qaeda concluiu o vídeo afirmando que a atuação diplomática de países islâmicos junto à ONU tem sido ineficiente. A solução seria voltar a seguir à Lei Islâmica.

+ ‘Se os países forem reféns dos árabes, não mudarão a sua embaixada’, diz Ronaldo Gomlevsky sobre Jerusalém e Israel

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