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Rodrigo Constantino e MBL criticam nova medida do Facebook para ‘fake news’

Em parceria com agências verificadoras, rede social pretende reduzir o alcance e criar alertas em notícias falsas; influenciadores, porém, questionam a prática e a credibilidade das agências
Foto: Divulgação / Band
(Foto: Camilla Moll / Agência CODE)

O Facebook divulgou nesta quinta-feira (10) que, a partir da próxima semana, terá início no Brasil um programa de combate a proliferação de notícias falsas na rede social por meio de checagem das informações publicadas. A medida, porém, já foi alvo de críticas de personalidades e organizações do meio liberal, pois as publicações rotuladas como falsas poderão ter redução de seu alcance orgânico. [1][2]

Rodrigo Constantino, presidente do conselho deliberativo do Instituto Liberal, publicou um vídeo questionando a prática. [3]

“O poeta romano Juvenal perguntava: ‘Quem vigia os vigias?’. A credibilidade desses checadores [de notícias] ou censores não é das melhores. Basta uma rápida busca em seus perfis para ficar claro que são quase todos de esquerda ou extrema-esquerda”, acusou Constantino.





O economista também divulgou um esquema que, segundo ele, mostra as origens e prováveis consequências da medida. Em primeiro lugar, o Facebook implementaria regras “propositalmente vagas sobre ‘censura a conteúdo'” e, em seguida, contrataria pessoas de “extrema esquerda” ou faria parceria com organizações com essa linha política.

Posteriormente, haveria textos denunciando “fake news” ou crimes de ódio que “teriam sido cometidos por meios e pessoas direitistas”. Por fim, a rede social envolveria “parlamentares, legisladores e juízes” que usariam as “regras vagas” para censurar adversários e propor leis que ampliassem a censura.

O Movimento Brasil Livre também questionou a estratégia do Facebook de combater as notícias falsas tendo, como parceiras, agências de verificação “claramente de esquerda”. O MBL instigou os seguidores perguntando se dá para confiar nessa medida. [4]

Boletim da Liberdade enviou um e-mail à Agência Lupa no fim da tarde desta sexta-feira (11) para saber se a agência tem posicionamento ideológico ou se, de alguma forma, a empresa possui mecanismos internos para evitar influência dos posicionamentos ideológicos de seus jornalistas no trabalho final.





Até o momento de publicação desta matéria, não houve resposta. Caso seja enviada uma resposta, esse post será atualizado e uma nova publicação irá ao ar.





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