fbpx
PUBLICIDADE


Henrique Meirelles defende realizações do governo no Fórum da Liberdade

Ex-ministro da Fazenda voltou a defender as reformas econômicas, enalteceu a saída da recessão e fez críticas sutis a seus principais concorrentes

- Publicado no dia
(Foto: Amazonas Atual)

O primeiro dia do 31º Fórum da Liberdade, nesta segunda-feira (9), foi marcado pelo Encontro dos Presidenciáveis, que reuniu seis dos pré-candidatos à Presidência da República. Cada um deles dispôs de um tempo para uma explanação, seguido de perguntas formuladas pela mediação do Instituto de Estudos Empresariais, incluindo sugestões do público.

O segundo nome a subir ao palco do evento foi o do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, filiado ao MDB. O ex-ministro começou elogiando o Fórum, lembrando que já o visitou no passado, e diagnosticou que o país vive “momentos fortes”, em que valem muito a experiência e a capacidade de apresentação de resultados. Vindo logo após João Amoêdo, do Partido Novo, que trouxe inúmeras propostas liberais, Meirelles nitidamente procurou desenvolver um discurso que demonstrasse que tem mais dados concretos a oferecer.


PUBLICIDADE



“Sempre acreditei muito em mostrar resultados e depois discutir”, frisou. “Mostrar propostas excepcionais é fácil, mas é melhor mostrar o resultado”. Meirelles destacou que tirou o país “da maior recessão da história” e se pôs a diagnosticar os problemas que teve de enfrentar: o intervencionismo do estado-empresário, com uma inflação profunda erodindo o poder de compra, a elevação de despesas públicas, a emissão de moedas e a manipulação do sistema de preços. Agora, Meirelles crê ser a hora de reformas no ensino para capacitar as pessoas a produzirem melhor, qualificar a provisão de serviços públicos que atendem às necessidades básicas do cidadão e promover programas de desburocratização.

No quadro eleitoral, Meirelles enxerga em destaque “a proposta da volta do estado condutor” e “uma proposta aparentemente ao contrário, mas com um histórico de intervencionismo e opiniões favoráveis a um estado forte”, provavelmente referindo-se ao ex-presidente Lula, hoje preso, e ao deputado Jair Bolsonaro. O ex-ministro ressaltou que tem experiência e conseguirá fazer com que as reformas sejam discutidas com a população: “ainda hoje, a maior parte da população é contra a Reforma da Previdência, sem ter conhecimento de que isso vai levar à quebra da Previdência”.

★ ★ ★

Se você acompanha e aprecia o trabalho jornalístico do Boletim da Liberdade, e valoriza a importância de existir um veículo profissional com viés liberal, pedimos que:

➡ Considere fazer uma assinatura solidária ao Boletim. Com uma contribuição mensal, você ajuda que o site continue no ar e possibilita o nosso crescimento. Além disso, recebe benefícios exclusivos. Temos vários projetos na mesa que só serão viabilizados com maior quantidade de assinantes. Saiba mais e assine agora mesmo.

➡ Siga nossas redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram), inscreva-se em nossa newsletter gratuita semanal e entre em nosso grupo do WhatsApp para recebimento de conteúdos. Curta nossas publicações, compartilhe-as para seus amigos e fale do site para conhecidos e familiares liberais. Toda ajuda faz diferença.

Curta nossa página no Facebook

Notícias no WhatsApp
O sexto grupo do Boletim da Liberdade no WhatsApp está com vagas abertas. É por tempo limitado. Entre apenas caso tenha interesse em notícias sobre política e economia com um viés liberal. Clique aqui para entrar.
Siga-nos no Twitter

Comentários


Receba nosso conteúdo por e-mail



error: Não é permitida a reprodução do conteúdo sem prévia autorização.