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O que disseram Bolsonaro, Alckmin, Rocha e Amoêdo sobre as manifestações

A poucas horas dos principais atos a favor da imediata prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, o Boletim traz um balanço do que os pré-candidatos com eleitorado da centro-direita à direita escreveram

- Publicado no dia
Fotos: Reprodução/Facebook

O Boletim da Liberdade traz um panorama de como se manifestaram nesta terça-feira (3) nas redes sociais os principais pré-candidatos à presidência que atraem eleitores do campo da centro-direita e da direita em relação aos atos que ocorrerão à favor da prisão de Lula. Nesta quarta-feira (4), o Supremo Tribunal Federal voltará a julgar o habeas corpus do ex-presidente. Se negado, Lula deve ser preso por já ter sido condenado em segunda instância.

Jair Bolsonaro (PSL):

O deputado federal Jair Bolsonaro publicou na tarde desta terça-feira (3) um vídeo de um discurso no plenário da Câmara dos Deputados. Ele pediu que o Supremo cumprisse a lei e especulou que, concedido o habeas corpus, Lula poderia concorrer e até mesmo vencer as eleições:


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“Eu temo que esse habeas corpus venha a ser acolhido, ignorando jurisprudência e tudo o que aconteceu. Ato contínuo, ele [Lula] continua em campanha. O TSE, lá na frente, pode até dizer que ele é inelegível mas caberia recurso a esse mesmo Supremo, que poderia reinterpretar essa decisão do TSE e ele concorreria às eleições. Sem o voto impresso, ele tem tudo com base na fraude a ganhar essa eleição. É isso o que não queremos”.

Líder nas pesquisas de intenção de voto sem Lula, Bolsonaro encorajou os brasileiros a “fazerem o seu protesto pacífico”. “Não podemos ter leis para uns e para outros em nosso Brasil”, concluiu. [1]

Geraldo Alckmin (PSDB):

O pré-candidato à presidência da república Geraldo Alckmin não se manifestou diretamente nesta terça-feira (3) sobre as manifestações que ocorrerão Brasil afora. Propositadamente ou não, publicou um vídeo em sua página no Facebook cuja legenda diz que “política se faz com diálogo, não com brigas” e que era necessário “conversar com a população”.

“Eu não pretendo fazer campanha contra ninguém. Eu vou fazer uma campanha falando com o eleitor. Em política, a gente não obriga. A gente conquista”, disse, complementando que “o brasileiro não gosta de radicalismo, ao contrário do que pregava Juscelino, que é a união nacional”. [2]

Flávio Rocha (PRB):

Ativo nas redes sociais, o fundador do movimento Brasil 200 e pré-candidato à presidência apoiado pelo MBL, Flávio Rocha fez ou compartilhou diversas publicações favoráveis aos atos contra Lula. Uma das imagens compartilhadas nesta terça-feira (3) diz que “hoje chegou o dia do povo ir às ruas lutar por justiça” e “contra a impunidade”. [3]

O movimento Brasil 200 também recolheu diversos vídeos de apoiadores declarando as razões pelas quais iriam às ruas. Flávio Rocha compartilhou. [4]


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João Amoêdo (NOVO):

O engenheiro João Amoêdo, fundador do Partido Novo e primeiro pré-candidato à presidência da república pela legenda, manifestou-se ativamente em favor das manifestações. Disse que estará presente na mobilização do Rio de Janeiro, em Copacabana, e gravou vídeo falando que “o Brasil não aguenta mais impunidade”.

Ele também fez um comentário na manhã desta terça-feira (3) sobre a declaração da presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia. Para Amoêdo, a questão relacionada ao habeas corpus do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva não envolve “diferenças ideológicas ou atos de violência”. “A grande maioria dos brasileiros quer é o fim da impunidade e neste quesito estamos sim, com razão, profundamente desapontados com as posturas de alguns membros do STF”, escreveu. [5]

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