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Beatriz Kicis faz desabafo emocionado: ‘Hoje é o dia D e o último recurso’

Ativista fez desabafo emocionado ao chegar em Brasília, criticou a declaração da ministra Cármen Lúcia ao pedir 'serenidade' e considerou que apenas com as ruas cheias o STF ou as Forças Armadas agirão

Beatriz Kicis no julgamento de Dilma Rousseff no Senado Federal (Foto: Reprodução/Facebook)

A ativista Beatriz Kicis fez uma transmissão ao vivo emocionada na manhã desta terça-feira (3) enquanto chegava em Brasília. Segundo ela, as manifestações programadas para pressionar pela imediata prisão de Lula serão decisivas para a democracia brasileira. Em suas palavras, “o último recurso”.

Uma das principais influenciadoras da direita brasileira, Kicis criticou de forma veemente o vídeo da presidente  do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia divulgado nesta segunda-feira (2). “O pronunciamento da [ministra] Cármen Lúcia de ontem deixou antever o golpe que o Supremo Tribunal Federal vai dar no povo brasileiro, vai dar na democracia”, disse.

“O Supremo Tribunal Federal está prestes a jogar por terra o mais basilar princípio da democracia e a [ministra] Cármen Lúcia vem pedir serenidade ao povo brasileiro. Mas eu não estou serena, não. Estou muito brava, irritada e muito disposta a ir para a rua lutar. É o nosso último recurso. E por que eu digo que é o último? Porque é o último que depende da gente. Depois disso, só tem uma coisa: Forças Armadas. Para destituírem esse Supremo. É só o que resta. Porque se formos para as ruas e o Supremo mantiver a sua disposição de deixar solto esse bandido e, depois disso, soltar todos os bandidos, acabando com a Lava Jato… e as Forças Armadas não vierem em socorro à democracia brasileira, significará que todo trajeto bolivariano da esquerda será vencido. Estaremos irremediavelmente em um país bolivariano e comunista”, declarou, emocionada.





Kicis afirmou ainda no vídeo que “não acredita no Supremo faz muito tempo”, mas que tem esperança de que a corte tenha “medo do povo nas ruas e das Forças Armadas”. “Se não houver povo na rua, no entanto, não haverá Forças Armadas, não vai ter nada, não vai ter medo”, opinou. Ao fim, sugeriu que cada pessoa leve pelo menos outras três para as manifestações. “Não deixem de participar. Essa é a nossa última esperança. Nossa última esperança são vocês”, conclamou.

+ ‘Os liberais podem vir tranquilos com Bolsonaro’, diz Beatriz Kicis, em entrevista exclusiva em que fala sobre sua trajetória





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