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João Amoêdo escreve no jornal ‘O Globo’ sobre o Brasil: ‘país dos privilégios’

Presidenciável pelo Partido Novo acredita que parlamentares e presidente da República precisam adotar medidas severas de corte de gastos

- Publicado no dia
(Foto: Reprodução / IstoÉ Dinheiro)

O pré-candidato à presidência pelo Partido Novo, João Amoêdo, assinou neste sábado (10), um artigo publicado no jornal O Globo. O título é o sugestivo “País dos privilégios”, abordando os gastos excessivos com benefícios para políticos e alto funcionalismo público e o que se deve esperar de um candidato nas próximas eleições. [1]

O texto começa com uma comparação entre os gastos com a Presidência da República e os gastos britânicos com a monarquia, sendo os primeiros de 60% a mais. Amoêdo enumera os principais custos da máquina pública, incluindo verbas de gabinete e auxílios aos parlamentares. “O Brasil não aguenta mais arcar com esse estado de bem-estar para uma minoria privilegiada, enquanto o restante da população trabalha 153 dias para sustentá-lo. É auxílio para quem menos precisa, privilégios para quem menos merece e impostos para quem mais trabalha”, resumiu.


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Amoedo qualificou a máquina estatal brasileira como “um Robin Hood às avessas”, que tira dos mais pobres para entregar aos mais abastados. Entre as razões para dizer isso, ele menciona a remuneração ruim do FGTS do trabalhador e o empréstimo a taxas baixas para grandes empresas.  “Abriu-se um abismo entre a classe privilegiada e a classe desacreditada”, sentenciou. “O povo está correto em desconfiar da classe política. Afinal, os discursos que ouvem estão desconectados da prática que enxergam”.

O empresário não se limitou a fazer críticas. Ele também comentou o que precisa ser feito. “A próxima geração de parlamentares deve se comprometer a cortar suas verbas pela metade, aprovar o fim do foro privilegiado e, se indicados a um cargo no Executivo, renunciar ao próprio mandato”. Já o presidente da República, posto que ele pleiteia, “deve enxugar ministérios e secretarias e cortar pela metade os gastos”.

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