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Em defesa dos aplicativos, Holiday protesta contra novas regras de Doria

Vereador ligado ao MBL protestou nesta quarta-feira (17) em frente à sede da Prefeitura de São Paulo contra a nova regulamentação do prefeito João Doria que obriga até adesivação de carros de aplicativo
contra regulamentação do Uber já ocorreram em diversas cidades. O vereador Fernando Holiday, de São Paulo, em protesto contra a nova regulamentação do Uber promovida pela Prefeitura de São Paulo em 2017 (Foto: Reprodução/Facebook)
Fernando Holiday em protesto contra a nova regulamentação do Uber promovida pela Prefeitura de São Paulo (Foto: Reprodução/Facebook)

O vereador Fernando Holiday (DEM), também coordenador do MBL, participou nesta quarta-feira (17) de um protesto contra a nova resolução da Prefeitura de São Paulo que regulamenta ainda mais o serviço de aplicativos de transporte na cidade. [1]

Em discurso firme em frente à sede do governo municipal, Holiday criticou a mudança de posição do prefeito João Doria (PSDB). “Quem está falando aqui é um vereador que foi eleito na coligação do prefeito, é um vereador que votou nele e que está decepcionado. Porque o slogan da prefeitura na televisão é ‘trabalho, trabalho e trabalho’ e a resolução é ‘desemprego, desemprego e desemprego'”, protestou.

+ Fernando Holiday quer explicação de Doria sobre mudança de discurso





Regulamentação é alvo de críticas

A resolução nº 16 da Secretaria de Transportes e Mobilidade da Prefeitura de São Paulo foi publicada no início do mês e, desde então, sido alvo de críticas dos motoristas, consumidores e empresas de aplicativo de transporte. [2]

Dentre os pontos previstos pela nova regulamentação, estão a idade máxima dos carros em circulação, a obrigatoriedade de adesivação dos automóveis a serviço de aplicativos (o que, para muitos, os deixarão visados para assaltos) e a necessidade que os motoristas, para dirigirem, façam cursos promovidos pela prefeitura.

Em nota, a 99 – uma das principais empresas de aplicativo de transporte – diz que defende a “elaboração de uma regulamentação moderna, inclusiva e sem burocracia”, mas criticou a atual resolução nº16. “Na visão da 99, essa norma é um atraso em termos de mobilidade urbana. Ela impede milhares de motoristas de trabalharem e gerarem renda para sustentar suas famílias”, diz. [3]





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