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Colunista do ILISP manda recado crítico para João Amoêdo

Comentando a entrevista que o presidenciável concedeu ao site O Antagonista, João César de Melo afirmou que não viu nada capaz de “estimular o voto das pessoas comuns”

- Publicado no dia
(Foto: Reprodução / Alo Alo Bahia)

O Instituto Liberal de São Paulo vem se notabilizando por ser bastante crítico à candidatura de Jair Bolsonaro à presidência da República. Nesta terça (16), porém, o alvo foi o pré-candidato do Partido Novo, João Amoêdo.

Foi literalmente um recado de João para João: o artista plástico João César de Melo, em artigo intitulado “Carta aberta ao presidenciável João Amoêdo”, criticou a performance de Amoêdo na entrevista que concedeu ao site O Antagonista. Para ele, o presidenciável não demonstrou nenhuma das características necessárias para “estimular o voto de pessoas comuns”. Para João César de Melo, a candidatura exclusivamente propositiva de Amoêdo não despertará a atenção do eleitorado. [1]


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“Você quer ser descoberto pelo eleitorado de um país que está tentando sair da maior crise econômica e institucional de sua história. Uma crise provocada pela implantação de ideias que, em conjunto, têm nome: socialismo”, enfatizou João César. “Paralelo a isso, temos um traste como Jair Bolsonaro em segundo lugar nas pesquisas eleitorais, mesmo sem contar com apoio da imprensa e do meio cultural” – segundo João César, por ser oposição clara ao socialismo, ao PT, ao silêncio sobre a ditadura venezuelana e outros aspectos do Brasil que ele elenca.

O colunista acredita que o discurso de Amoêdo precisa ser combativo para ser efetivamente um discurso político. “O cidadão comum escuta ‘boas ideias’ desde sempre. O que ele não escuta é que os atuais problemas brasileiros são resultado de uma ideologia de gente rica e hipócrita. O cidadão comum quer votar em quem se prontifique a matar o ‘capeta’, não em quem promete resolver os problemas causados por ele.” O caminho seria repetir sempre a palavra “socialismo” para fazer “pessoas comuns falarem” sobre Amoedo “com vizinhos, colegas e amigos”. O que o povo quer, no entendimento de João César, é “ver alguém batendo muito nas pessoas e ideias que afundaram o Brasil”.

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