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Bruno Garschagen considera 2017 um grande ano para os conservadores

Cientista político elencou conquistas, realizações e avanços, tanto em termos gerais quanto em projetos pessoais, na difusão desse pensamento no Brasil

(Foto: Reprodução / Palestrarte)

O cientista político Bruno Garschagen, autor de “Pare de acreditar no governo – Por que os brasileiros não confiam nos políticos e amam o estado”, escreveu um artigo para a Gazeta do Povo, com o título “2017, um ano importante para o conservadorismo no Brasil”. Para ele, foi um ano de conquistas e realizações para essa linha de pensamento no Brasil. [1]

“O pensamento conservador saiu do gueto onde estava e hoje o conservador brasileiro não tem vergonha de ser o que é”, sustentou Garschagen. “O conservadorismo não é mais sinônimo de regime militar ou que tais, muito embora ainda haja enormes equívocos ou mesmo ataques ideológicos ignorantes que tentam fazer do conservadorismo uma espécie de fascismo et caterva“. Esse avanço, ele frisa bastante, é comparativo, diante do fato de que a dimensão desse conservadorismo hoje “é pequenina”, “mas que até ontem era nenhuma”.





O principal resumo dessas conquistas está em finalmente conservadores terem aparecido e se imposto “pela força e virtude de suas ideias”, o que se verifica “nos livros conservadores publicados em 2017 por editoras pequenas, médias e grandes”, pelo espaço – “algum espaço”, ele ressalva – concedido aos conservadores na grande imprensa, “mesmo que para criticá-los estupidamente”, e a iniciativa da própria Gazeta do Povo de contratar colunistas vinculados ao pensamento conservador, a que se tem alinhado editorialmente. Garschagen recapitulou no texto também as suas próprias realizações e forneceu uma longa lista de colunistas, articulistas, autores e editoras que se destacaram nesse contexto ao longo do ano, além de acontecimentos, tais como “a não inclusão da ideologia de gênero na Base Nacional Comum Curricular e o combate cada dia mais aguerrido contra as fake news“.

Garschagen destacou ainda que está envolvido na elaboração de seu novo livro, que será lançado neste semestre, e em projetos audiovisuais que “certamente darão uma contribuição qualitativa ao conservadorismo brasileiro”, dentro do propósito de, “valendo-se da nossa tradição conservadora do século XIX, desenvolver um conservadorismo brasileiro para o século XXI” que, “mesmo com algumas influências estrangeiras, representa a nossa cultura, os nossos modos de vida, a nossa experiência histórica”.





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