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Luciano Ayan afirma que Gazeta do Povo foi coagida por sindicato de professores

O blogueiro repercutiu decisão do veículo jornalístico de não manter o espaço ‘Monitor da Doutrinação’ para denunciar casos de doutrinação ideológica

- Publicado no dia
(Foto: Reprodução / Bigstock)

O blogueiro Luciano Ayan, conhecido por sua ênfase nos conceitos de “guerra política” inspirados em autores como Saul Alinsky, criticou nesta segunda-feira (11) a decisão do jornal paranaense Gazeta do Povo de não lançar mais a plataforma “Monitor da Doutrinação”.

O sistema teria a função de permitir o envio e consulta de denúncias de casos de doutrinação ideológica e partidária promovida em ambiente de ensino. Porém, houve reação de sindicatos de professores do Paraná. Como diz a própria Gazeta em nota, a “reação de professores, parte dos leitores, advogados e empresários levou o jornal a refletir se a ferramenta era condizente com sua finalidade editorial e personalidade”.


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A Gazeta decidiu retirar a ferramenta do ar porque concordou “em parte substancial com críticas contidas na nota da APP-Sindicato”, notadamente na parte que sustenta que a ferramenta incitava “na escola o clima de denuncismo e perseguição”. O jornal reiterou que continuará publicando notícias sobre casos de doutrinação, com a devida apuração jornalística. Ayan não gostou da notícia. Para ele, o recuo é uma prova de que “há doutrinação” e o site da Gazeta “foi coagido”, publicando uma matéria “quase que pedindo desculpas pelo lançamento da plataforma”.

“Se a plataforma causou tal revolta nos sindicalistas pelegos a ponto de a Gazeta do Povo praticamente pedir perdão público a eles, é porque estão, no mínimo, com medo do que poderia ser publicado, não acham?”, pontuou em uma pergunta retórica. Ayan lamentou o que para ele é uma constatação de que “o sindicato dos professores tem poder o suficiente para decidir o que pode ou não ser feito em um veículo de comunicação privado”.

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