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Primeiro documento da Fundação Novo é divulgado e adianta princípios para 2018

Dentre os pontos delineados no documento, como a possibilidade de se discutir o fim da estabilidade do funcionalismo, a Fundação Novo afirma que políticos oportunistas agora querem vestir a jaqueta liberal
Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e presidente da Fundação Novo (Foto: Reprodução / Estadão)
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Foi divulgado nesta quarta-feira (23) pelo site Brazil Journal o primeiro documento da recém-lançada Fundação Novo, organização do Partido Novo tem como objetivo autodeclarado “manter um acervo em permanente discussão e evolução” das “ideias e anseios dos filiados e simpatizantes do NOVO”. A entidade é comandada pelo ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco, que se desfiliou do PSDB no final de setembro.

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No material, composto por nove páginas, a Fundação Novo mostra como enxerga o momento do país, em seguida enfatiza os princípios e valores que guiarão as políticas a serem desenvolvidas pela entidade e, ao fim, traz algumas ideias que poderão ser evoluídas em propostas concretas ao longo do ano de 2018.

Principais pontos

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O engenheiro João Amoêdo, fundador e ex-presidente do Partido Novo, foi proclamado pré-candidato à presidência da república no último sábado (18) (Foto: Reprodução/Facebook)

O documento tem início afirmando que, apesar das “frustrações econômicas”, os brasileiros anseiam por mudanças, como “ideias inovadoras na economia”. Nesse sentido, a Fundação Novo diz que o NOVO é a “principal expressão dessas ambições na esfera partidária”.

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Mais adiante, o documento traz considerações críticas a respeito da atual crise econômica, cujos “estragos causados pela Nova Matriz [Econômica] são imensos e bem conhecidos”. Dentre eles, uma “tragédia microecônomica”, simbolizada pelos escândalos de corrupção – o “capitalismo de quadrilhas ” – e uma “tragédia macroeconômica”, “pois provocou a maior recessão da nossa história”.

Em seguida o documento afirma que apesar do retrocesso, “abrem imensas janelas de oportunidade”, porque agora os brasileiros estariam buscando uma “reforma das reformas”. Posteriormente, a Fundação Novo afirma que “ventos liberais e reformistas estão em toda parte, inclusive abraçados e acolhidos pelo atual governo”, a quem tece críticas por não ter “nenhuma afinidade” com essas pautas. “A adoção de medidas e o patrocínio de propostas pró-mercado e liberalizantes está ocorrendo de forma oportunista em muitas candidaturas”, diz o texto, concluindo que agora “todos querem vestir a jaqueta liberal, ou a jaqueta estatista pelo avesso”.

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Indireta para Jair Bolsonaro? Texto acusa que candidatos oportunistas agora querem virar a “jaqueta estatista ao avesso” para defender ideias liberais. (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Afirmando que no Brasil a “novidade revolucionária continua sendo a economia de mercado”, que no país teria sido adotada pela metade”, o artigo prega “a ideia de uma nova cultura de empreendedorismo”, que “valoriza a empresa” no sentido genérico. Para isso, o futuro do país, além da redução do estado, estaria também acompanhado na redução do custo do capital e no aumento da produtividade.

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Na segunda parte do artigo, a Fundação Novo cita que são princípios da organização a defesa da objetividade, “responsabilidade fiscal”, “simplicidade”, “leveza”, “concorrência”, “livre iniciativa”, “extroversão”, “horizontalismo”, “equidade”, “individualismo” e “transparência”, explicando o que entende com cada um desses conceitos. E, ao fim, visando estabelecer “medidas, programas, forças tarefas e grupos de discussão”, aponta alguma ideias para 2018, como necessidade de reforma administrativa, fim da estabilidade do funcionalismo, eliminação dos cargos comissionados, reforma da previdência e reforma tributária.

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Em seu perfil no Facebook, o presidente da Fundação Novo, Gustavo Franco, afirmou que o texto traz “princípios” e devem ser entendidos apenas como “um começo de conversa”. “Sem princípios não chegamos aos fins”, afirmou.

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Confira a seguir o documento na íntegra:

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